Os deputados americanos não aprovaram o plano de salvamento dos bancos. Seriam 700 bilhões de dólares para socorrer banqueiros em vez de serem usados para melhorar a vida no planeta e saciar a fome de tanta gente que vive na miséria.
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É um pequeno barco
Que transporta cargas rudes e pesadas
Atravessando pântanos, rasgando mares
Sem saber, ao certo, aonde vai chegar.
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Meus avós maternos foram fazendeiros em Itaboraí, RJ – terra da laranja. Da união nasceram três filhos, um deles minha mãe. E dela ouvi muitas histórias.
Uma delas, que até hoje recordo, é a de uma capataz que andava de facão na cinta.
Petrônio era o seu nome.
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Venho trazer ao leitor mais algumas das impressões que o professor, jornalista e escritor, Lindolfo Xavier, nascido em Pará de Minas, em fevereiro de 1876 e falecido no Rio de Janeiro deixou registradas, após conviver com o escritor Machado de Assis em 1907 e 1908. Para lembrar: Linfolfo Xavier trabalhou no Ministério de Viação no Rio de Janeiro, em 1907-1908, ao lado de Machado de Assis, quando este era diretor geral de Contabilidade daquele ministério.
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“Procure ser uma pessoa de valor, em vez de procurar ser uma pessoa de sucesso. O sucesso é consequência.” |
Albert Einstein |
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Lindolfo Xavier, escritor e jornalista de Pará de Minas, que conviveu com Machado de Assis
Lindolfo Xavier (Lindolpho Otávio Xavier) nasceu em Pará de Minas em 19 de fevereiro de 1876. Foi contista, poeta, teatrólogo, ensaísta, jornalista. Era filho de Fernando Otávio da Cunha Xavier e de Maria Amélia Xavier Capanema..
Lindolfo Xavier foi vereador na Cidade do Pará no período de maio de 1900 a janeiro de 1902. Logo após a inauguração de Belo Horizonte, a nova capital de Minas, ele mudou-se para lá, onde viveu por algum tempo. Em abril de 1907, ele mudou-se para o Rio de Janeiro a convite de Afonso Pena, então Presidente da República, para trabalhar no “Ministério da Viação e Obras Públicas”. No “Ministério da Viação” teve como companheiro de trabalho o grande escritor Machado de Assis, de onde ele era o Diretor Geral de Contabilidade. Joaquim Maria Machado de Assis, para muitos, o nosso escritor maior, além de ter sido um mestre das letras, exerceu essa função importante como funcionário público no Rio de Janeiro, onde sempre trabalhou, desde quando foi nomeado para o cargo de “amanuense”, em 1873, ainda no tempo da monarquia.
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O cachorro Caco de Vidro estava com muita fome. Poderia comer tudo que visse pela frente. Porém, quando ele viu uma coisa estranha, seus olhos pularam. Um rato! De orelhas cor-de-rosa?!
— Oi, cachorrinho!
— Oi, ratinho! Aaaaaatchim! Você é engraçado. Gostei de você!
— Haaaa!
— Não posso te comer.
— É mesmo? Vamos brincar?
— De quê? Primeiro, vou a minha casa buscar algo de comer. Estou com fome. Vou trazer um bolo.
— Eba, que cachorro legal!
— Acho que vou fazer um piquenique com você.
O cachorro trouxe um monte de coisas. Quando o rato viu tudo aquilo adorou. Brincaram até ao pôr-do-sol.
— Tchau, rato!
— Tchau, cachorro!
E os dois tornaram-se os melhores amigos.
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Vem aí o projeto …
CANTANDO LITERATURA - 2008
Clássicos contados e interpretados através de adaptações musicais, nos mais surpreendentes ritmos, com direito a torcidas organizadas e muita animação …
Este ano o projeto destacará:
- O Alienista, de Machado de Assis
- O Mulato, de Aluísio Azevedo
- A Morte e a Morte de Quincas Berro Dágua, de Jorge Amado
Dia 17/10/2008 às 18h 30min
ENTRADA FRANCA
COLEGIO PROFESSOR FERNANDO MOREIRA CALDAS
AV GETULIO VARGAS, 84 - CENTRO
ARARUAMA - RJ
www.colegiocaldas.com.br
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