A dúvida – Augusto Vilaça
A dúvida
Fonte de inspiração
Quem somos?
De onde viemos?
Base do conhecimento.
E que nos persegue…
Mais uma vez,
Quem somos?
Nós mesmos
Ou reflexos dos outros?
Não sei…
Aliás, não me importa
Sou e pronto!
Apenas sou
Seja num palco
Ou na vida real.
Mas vou vestir o figurino,
Só por precaução,
E me concentrar no papel
Antes que as cortinas
Voltem a se abrir.
Do Timor, com carinho
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GUS
Gostei dos versos.
Realmente parece que estamos sonhando.
A vida parece mesmo um sonho. Quando é alegre e feliz o sonhar é lindo. Mas quando vem pesadelos, aí sai da frente.
Esse questionamento o homem o fará eternamente, porisso que temos uma única resposta: Deus.
E devemos aproveitar mesmo muito bem a vida, antes das cortinas voltarem a se abrir.
Legal a tua poesia.
Ainda bem que já levantastes, tomastes aquele cafezinho com pão e manteiga e, acredito, que estás aí trabalhando, já pensando no que a cozinheira vai aprontar para o almoço.
Ah, gostastes da orquestra Continental de Jaú ( parece que está de volta, mas havia terminado ). Está no post acima, abra e ouça as músicas. Jaú é uma bela cidade vizinha de Dois Córregos.
Tocava todos os ritmos não só os que mais vendiam em gravações. Nos bailes, havia também muito samba e baião. E no carnaval o trevo.
Tcharararará. Tcharararará. Tcharararará…..
Lembra ? A gente no trevo perdia mais de dois quilos por baile. E como não saia dos salões, pelos menos duas vezes por semana, era magrinho de dar dó.
Parabéns pelos teus versos.
Foi uma surpresa, pois sempre escreves textos.
Gostamos ( eu e a Cidinha, é claro ).
Bom dia, aí no Timor e boa noite, aqui em Dous Corgos.
Augusto Vilaça respondeu:
dezembro 15th, 2009 at 23:06
@GUTIERRITOS, Grande Chapa,
Olha, não sei se te falei, mas temos um colega aqui de Barra Bonita (que, segundo ele, faz parte da “Grande Jaú”), ele nos fala muito bem dessa região, por sinal, a esposa dele, que é de Jaú, está aqui visitando.
Bom, com relação ao poema (se é que posso chamá-lo assim), não é exatamente meu estilo de escrita, tanto que, quando mandei para o Paulo, estava um tanto inseguro sobre a publicação, enfim…
Na realidade, esse poema foi escrito como comentário para o post de uma amiga no blog dela. Ela me disse que gostou, que bom que vocês também gostaram.
Ah, tinha feijãozinho caseiro para o almoço, ontem.
Obrigado pelo comentário,
Do Timor, com carinho,
Augusto Vilaça.
GUTIERRITOS respondeu:
dezembro 16th, 2009 at 0:01
@Augusto Vilaça,
GUS
Jaú é uma cidade vizinha de Dois Córregos.
Dous Corgos já foi maior do Jaur do Homem ( expressão caipira aqui do interior ). Hoje cresceu muito. Mas de fato havia lá uma excelente orquestra.
Agora, o Paulista é barrabonitense ? Ah, diga-lhe então que tenho parentes em B.Bonita – a familia Pulini.
Esta história de Grande Jaú não existe.
A Barra Bonita, por sinal, possue a maior usina de açúcar e álcool do Brasil.
Gosto de Jaú mas não precisa aumentar tanto.
Inté.
Oi, Augusto,
Quantas dúvidas, hein, amigo? Mas é vida é cheia delas. Gostei do poema. Beijo. Ana
Augusto Vilaça respondeu:
dezembro 15th, 2009 at 23:08
@Ana Lucia, Oi Ana,
Na realidade, como eu postei na resposta do Gutie, nem são dúvidas minhas, se bem que, às vezes, me pego pensando sobre o que eu quero ser… acho que acontece com todo mundo.
Que bom que gostou, estava receoso, não é bem meu estilo de escrita.
Obrigado pelo comentário,
Do Timor, com carinho,
Augusto Vilaça.