A fera – Lu Dias
Por LuDiasBH, 8 de novembro de 2009 1:00
Em mim ruge uma fera até então contida
Há raiva e terror em seus uivos lúgubres
O corpo se debate numa imobilidade surda
Mas, seus olhos marrons são ternos e tristes.
Há bastante tempo ela se encontrava presa
A uma coleira de couro com metal na ponta
Em meio a mangues, lodaçais e pântanos
Amarrada ao frágil bambu da temperança.
Uma parte dela traz o rabo entre as pernas
Encolhe-se cabisbaixa e rubra de vergonha
A outra metade esbraveja pelos sete cantos
Escancarando ao mundo seu desencanto.
Esta fera é um misto de dureza e fragilidade
Ora rija como as asas de um falcão em voo
Ora débil como barcos abandonados ao vento
As duas partes tufadas de angústias e dissabor.
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LU DIAS
A beleza de teus versos
fundamentamenta no ideal,
repleta de sonhos de amor,
fera não demonstra existir!
Ela pode rugir como se,
em algum lugar da alma,
coubessem a raiva e terror,
E até abrigar nela a tristeza.
Mas ao mostrar dores e pesares,,
jamais deixas de exalar a alegria,
mostrando a vida em plenitude,
como se presa a fera nunca esteve.
Gostei muito dos teus versos finais:
“Esta fera é um misto de dureza e fragilidade
Ora rija como as asas de um falcão em voo
Ora débil como barcos abandonados ao vento
As duas partes tufadas de angústias e dissabor.”
Diria que essa fera é a tua vida, uma vida bela,
voltada à construção dos espíritos,
voltada à busca de um mundo melhor,
inconformada com iniquidade, querendo o amor e a paz.
Parabéns.
Lu Dias BH respondeu:
novembro 8th, 2009 at 12:52
@GUTIERRITOS,
Gutie
Eu me acho o maior paradoxo do mundo.
Ora sou um dócil cordeirinho.
Ora uma fera magoada e ressentida, prestes a dar o golpe.
Fazer com que essas duas partes permaneçam, pelo menos, em equilíbrio, não é fácil.
É uma luta feroz e diária.
Mas, compreendi que a fera existe até em função de nossa própria sobrevivência.
Sem ela, o mundo nos esmagaria.
Ela é de fundamental importância.
Eu também amo esta parte presente em mim.
A trancos e barrancos tenho conseguido um certo equilíbrio.
A propósito, não deixe de ler o artigo impecável e inteligente de Delfim Neto em Carta Capital de 11/11.
É um dos mais lúcidos que já vi.
Você abriu o boteco hoje.
Que por sinal está muito triste com a falta do Timoneiro.
Abraços,
lu
GUTIERRITOS respondeu:
novembro 8th, 2009 at 13:19
@Lu Dias BH,
LU DIAS
Prometi que iria frequentar este boteco, pois fiquei viciado nele.
Acho que é um belo vício.
Ah, postei a música Boneca do Benedicto de Lacerda, nos comentários ali embaixo.
Não deixe de ouvir.
E depois irá dar valor a este excelente músico brasileiro.
É também uma fera, como tu confessas, embora, no fundo, seja apenas um beija-flor, um pássaro a mais a enfeitar este nosso mundo.
Abraços.
GUTIERRITOS respondeu:
novembro 8th, 2009 at 13:26
@GUTIERRITOS,
Ah, podemos fazer funcionar o boteco.
Publicando o que queremos nos comentários.
Esqueci de te dar os parabéns pelo desempenho na loja Magazine Luíza:
http://www.magazineluiza.com.br/linha_setores/linha_setor.asp?linha=IN&Setor=MICR
Acho que estás dando um show de bola.
Vou continuar a achá-la.
Ah, deves cobrar direitos autorais.
AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!”
Se não gostou da brincadeira, avisa que eu paro.
Lu Dias BH respondeu:
novembro 8th, 2009 at 14:36
@GUTIERRITOS,
Gutie
Ganhei um mp4.
Cabe 1.400 músicas
Estou completando o número de músicas.
Agora estou ouvindo Pena Branca e Chavantinho.
Intoces estou no Magazine Luisa Ttambém?
Vixe Maria.
Vou ganhar muita grana.
Continue me achando… risos.
Vou dividir consigo.
O que não fez o Nadim.
Beijos,
lu
GUTIERRITOS respondeu:
novembro 8th, 2009 at 19:14
@Lu Dias BH,
LU DIAS
Continue minha pesquise e o que encontrei:
A equipe Lu Dias – de esportes.
Vixe Maria ! para usar a tua própria expressão.
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!
Agora sei: além de extraordinária escritora, poetisa, além de ser jornalista, além de vendedora, é uma fera no Esporte
Só que tenho uma dúvida, porque Floripa se poderia ter dado esta glória a Belo Horizonte ?
See:
http://www.youtube.com./watch?v=TRHsIQNbo40
Meu Deus do céu.
Ah, não esqueças de mandar minha parte no Magazine Luíza.
Gostei muito de tuas explicações lá, ajudou-me a comprar o presente de casamento de meu sobrinho.
Inte ( coisa de mineiro )
adorei Lu. muito bom.
acho que, em alguma medida, somos todos assim.
o diabo é quando um dos lados foge da tal temperança.
mas, afinal. a gente teria mesmo motivo para, em algum momento da vida, deixar este lado mau ser tão mau assim?
Lu Dias BH respondeu:
novembro 8th, 2009 at 14:38
@luzete,
Luz
Temos motivo, sim.
E esse lado é necessário a nossa sobrevivência.
Caso contrário não nos darão ouvido.
Prefiro enfrentar uma fera à omissão.
O lado fera diz-nos que ainda temos sentimentos e que as injustiças ainda nos enraivecem.
Beijos, fofinha,
lu
Compartilho com você e seus leitores texto que acabei de escrever, inspirada num vídeo de Olgária Matos, da série Invenção do Contemporâneo: Tempo sem Experiência.
Ele talvez também ajude a entender estes nossos tempos sem sentido e de excessos.
Segundo ela, diferentemente do passado movido pela experiência (das viagens, das aventuras, de aventuras das viagens e das paixões) a qual ensejava as trocas consagradas nas narrativas, os homens, na sociedade contemporânea, vivem um tempo vazio, sem ligação com o passado. É um tempo do presente perpétuo, sem tempo de convivência do homem consigo mesmo.
Reinaugurado pelo capitalismo, o mundo é se reduz a mercadorias, e por seus valores de troca e por toda sorte de exibição que esta troca enseja. Tudo transformado em mercadoria e exibição, a troca de experiências entre os homens se torna antiquada e coloca no limbo todos os demais valores morais.
É como se vivesse um estado de exceção com a suspensão de todas as leis positivas e, em nome do bem comum, a guerra substitui a paz, a exibição e a pornografia substituem as relações onde os homens busca(va)m se (auto) conhecer e se identificarem.
Subtrai-se do homem o sentido da vida, desfaz-se o passado e volatiza-se o futuro. Sobre os valores morais, as normas coletivas, prevalecem os particularismos. E, sem coesão social, porque a própria política, o próprio Estado, foi capturado por interesses estritamente individuais, assistimos o advento das “gangues”: gangues dos médicos, dos artistas, dos professores, dos jornalistas, dos engenheiros. Sem que sua própria história seja recepcionada, sem valores a serem trocados, sem experiências a serem compartilhadas, vive-se o vazio, o efêmero, o presentismo.
Vive-se um sentimento de perda, de vazio, de monotonia. E, paradoxalmente, a este sentimento impõe-se a aceleração do tempo. O dia não é suficiente para dar conta das nossas tarefas, mas, ao final, nos perguntamos: o que eu fiz com o meu tempo? Perdemos a capacidade de imaginação e não sabemos o que fazer com o nosso tempo livre.
São tempos cheios de sem sentido. Por isto, eles se afiguram como perdas, como vazios. Um tempo abstrato, porque, sem a qualidade da imaginação, a experiência adquire uma outra conotação em que a aventura, o novo, só pode ser plasmado e se esgota no presente, no aqui e no agora, sem lugar para as sensibilidades.
Por isto são geradas as patologias do excesso: de drogas, de comida, de esportes radicais, liberando uma massa não desprezível de pessoas dispostas ao genocídio, ao suicídio. Somos homens urbanos, sem experiências a serem compartilhadas. Exilados, vive-se a experiência de um tempo vazio e monótono que precisa ser preenchido pelos excessos de consumo. É uma espécie de namoro com a morte. E acrescento aqui: sem temperança?
GUTIERRITOS respondeu:
novembro 8th, 2009 at 14:05
@luzete,
LUZETE
Que texto maravilhoso.
Realmente, o materialismo aprofundado pelo capitalismo está nos transformando em máquinas de consumo, sem sentimentos, dispostos a tudo, sem medir sacrifícios, apenas para atender nosso desejo de saciedade dos prazeres materiais.
Mas ainda tenho esperança.
Vejo muitos jovens voltados para as artes, para o belo, para o espírito, para as coisas lindas da alma, do coração, enfim o amor.
O amor é o sentimento que acompanha o ser humano e que pode, mesmo nos materialistas e ferrenhos adeptos do mundo consumista, despertar-nos para a realidade de toda a futilidade existente em colocar no altar o materialismo, deixando os sentimentos humanos, os valores humanos mais importantes ao Deus dará.
Parabéns pelo texto, lindo mesmo.
Abraços.
luzete respondeu:
novembro 9th, 2009 at 19:41
@GUTIERRITOS,
Te achei Gutie.
e é isto mesmo.
existe, como sempre, caminhos e pessoas, que mostram que tudo vale a pena.
a experiência da vida é mesmo algo que o homem jamais encontrará as palavras definitivas para julgar. sorte a nossa. estaremos sempre, vivendo e tentando e distentando…
Lu Dias BH respondeu:
novembro 8th, 2009 at 14:42
@luzete,
Luz
Que texto lindo.
Que palavras sábias.
Pena que o Paulo Afonso esteja viajando de férias, caso contrário, eu iria pedir a postagem.
Os nossos tempos são exatamente assim.
Os valores humanos sucumbem-se sob a voracidade do capitalismo presente em nós.
Com certeza, somos uma geração com muitas carências de sentimentos.
E, com menos carências materiais.
Qual pesa mais?
Essa é a pergunta que devemos nos fazer.
Obrigada pelo enriquecimento de meu poema.
Beijos, dindinha,
lu
Oi, Lu
Loba/cordeirinho, são variáveis (metamorfoses) interessantes e desejáveis. Obrigam as pessoas que com ela/ele convivem a nunca ficarem acomodadas, de modo a não serem surpreendidas.
Pessoas assim são, geralmente, fascinantes. Ou loucas (risos).
abraços
Manoel
Lu Dias BH respondeu:
novembro 8th, 2009 at 14:48
@manoel.rodrigues,
Nel
Transito entre os dois pólos.
E, acho os dois de extrema necessidade para o nosso equilíbrio.
Um não sobrevive sem o outro.
Sei que sou fascinante, em muitos pontos, mas extremamente louca em outros.
Vivo em busca da temperança.
Vou do ronronado ao rugido… risos.
Está um vazio sem o PA, não é mesmo?
Beijos,
lu
manoel rodrigues respondeu:
novembro 8th, 2009 at 15:01
@Lu Dias BH,
Oi, Lu
Eu sou só louco.
É, o PA faz falta. Mas ainda restam os amigos(as) pra gente dinamizar um pouco este espaço. Vamos fazer o possível pra não deixar a peteca cair.
Abraços
Manoel
Lu Dias BH respondeu:
novembro 8th, 2009 at 15:38
@manoel rodrigues,
Nel
Vamos dinamizar, sim!
Na falta do chefe o nosso trabalho dobra.
Deixei alguns poemas para agendar.
Mais alguns devem ser publicados.
Acho importante essa interação.
Sem ela o blog não tem razão de ser.
E você deve ser um desses loucos maravilhosos, que a gente encontra pela vida, como se encontra uma gema.
Abraços,
lu
Todos nós temos o nosso lado fera que se contrapõe ao nosso lado anjo – é da natureza humana. Isto vale para quase tudo, é o paralelismo histórico do bem e do mal.
Mas vamos pender para o lado bom, ou vamos caçar sua licença de poetiza!
bjos
MEssias
Lu Dias BH respondeu:
novembro 8th, 2009 at 18:23
@messias,
Messias
É justamente por eu ser poetisa que posso usar os dois lados… risos.
Tudo me é permitido em nome dos versos.
Beijos,
lu
Lu querida,
Muitos me acham alto-astral, mansa e doce. Às vezes. Mas quando estou braba nem eu me aguento. Acho, que de um modo geral, o normal é isto. Não acredito em alguém que viva sempre de bem com a vida. Beijo.
PS – excelente o texto da sua dinda Luzete.
Lu Dias BH respondeu:
novembro 8th, 2009 at 18:25
@Ana Lucia,
Aninha
Eu imagino que você seja assim.
E faz muito bem em não ser só mansa e doce.
Fica faltando o tempero.
Gente como você, quando fica braba, saia de baixo.
A Luzete é uma outra pessoa divina.
É um docinho.
Muito fofa, mesmo.
O texto é realmente lindo.
Beijos,
lu
luzete respondeu:
novembro 8th, 2009 at 20:24
@Lu Dias BH,
é só a gente virar as costas e vcs já ficam falando da gente, né?
ainda bem que é de bem… e exageram, tadinhas… especialmente minha afilhada!
mas, não pense você: quando a coisa carece, mesmo, mesmo, mesmo, tenho uma motoniveladora retórica e, aí, não costumo deixar pedra sobre pedra…
mas… mas…em geral, pratico aquele exercício matinal de, ao acordar, retirar qualquer pedra do bolso e começar o dia como se lindo fosse e fazer de tudo para que assim seja… agora… se falhar… sai de baixo… sei rodar a baiana também…
Lu Dias BH respondeu:
novembro 8th, 2009 at 21:03
@luzete,
Luz
E eu lá não sei de sua verve de felina… risos.
Por isso ganha fulô… risos.
Virou as costas a gente fala mesmo.
Logo, olho vivo.
Não se desgrude de nós1
Beijos,
lu
@GUTIERRITOS: o que floripa fa aí nesta conversa entre vc e gutie?
Lu Dias BH respondeu:
novembro 8th, 2009 at 21:06
@luzete,
Luz
Também não estou entendendo nadica de nada.
O Gutie comeu muita trufa.
Beijos,
lu
GUTIERRITOS respondeu:
novembro 9th, 2009 at 1:31
@luzete,
LUZETE
Há uma infinidade de Lu Dias na Internet.
Por brincadeira, estou pesquisando e mostrando.
Floripa taí com a equipe LUDIAS.
Gostei muito do que escrevestes ali em cima e te fiz um comentário.
Acho que não lestes.
Vou continuar a pesquisa.
luzete respondeu:
novembro 9th, 2009 at 19:37
@GUTIERRITOS,
oi Gutie, ah, sim, agora explicado…
são as luzes dias deste mundaréu, sobrando até prá nós aqui em floripa. bom, né? se não temos a original, fiquemos com a cópia…
bejo.
(vou ver se acho o seu comentário…)
@GUTIERRITOS:
Gutie
Eu não sou pouca porcaria.
Eu sou uma manada.
Sou polivalente.
Estou em todas.
Daí o tamanho de meu patrimônio… risos.
Gostei do vídeo.
Nem eu mesma o conhecia.
Abraços,
lu
GUTIERRITOS respondeu:
novembro 9th, 2009 at 0:51
@Lu Dias BH,
LU DIAS
Já que gostou, que tal mostrarmos outra performance a Lu Dias ?
Agora, como produtora de filmes e, para disfarçar,trocou a ordem do nome, ou seja, Lu Dias para DIAS DE LU.
Adorei.
No começo – céu cor de anil, muita alegria, gente dançando, alegre, feliz, música no pé e no final fogo para todos os lados!
http://www.youtube.com./watch?v=BKg7epA7xdI
E além de escritora, poetisa, jornalista, esportista, agora descobri que é produtora de filmes, ainda com danças e tudo.
Perfeito.
Apenas não parecia que foi em BH.
Tô achando que não é a LU DIAS BH.
Agora, só está faltando a Lu cantando.
Ainda vou achar.
Gostou?
Se acha que devo parar, eu paro.
Mas se acha que não, vou continuar.
Posso ?
Bonsoir.
Lu Dias BH respondeu:
novembro 9th, 2009 at 14:47
@GUTIERRITOS,
Gutie
Dá pra ver agora como sou eclética e polivalente.
Tudo posso, tudo faço.
Continue a sua pesquisa.
Um dia qualquer, ainda me encontrará… risos.
Fico danada com a falta do BH no meu nome.
Pois, sem ele, sou uma das tantas Lus que você está encontrando.
Beijos,
Lu de BH
GUTIERRITOS respondeu:
novembro 9th, 2009 at 16:45
@Lu Dias BH,
LU DIAS
EDstou escrevendo no momento do café.
Deixei meu cafezinho do lado, só para fazer esta postagem.
Encontrei mais duas Lu:
Uma dançarina – fabulosa.
Outra, cantando, não gostei tanto.
Em outro espaço nos comentários, se quiseres vou colocar o endereço da internet.
Ah, tem mais uma outra – esta já sabias, que tinha um blog que fechou.
Mas tem uma, acredito:
Bingo!
Encontrei-a finalmente.
Mas achei melhor, e é o que vou fazer, enviá-la, por email.
Estou até imaginando: será que devo enviar, será que não ?
De repente, a Lu vai ficar brava e amizade vale muito mais do que uma simples brincadeira.
Acho que vou parar por aqui mesmo.
Boa tarde.
Lu Dias BH respondeu:
novembro 9th, 2009 at 18:13
@GUTIERRITOS,
Gutie
HAHAHAHAHAHAHAHHA
Quem maravilha, a sua criança ainda encontra em ação.
Isso é muito bom.
A bailarina sou eu.
A cantora não.
Eu deveria ter colocado um pseudônimo.
Mas, fazer o quê?
As Lus são tão talentosas!!!!
HAHAHAHAHAHAHAHAHA
Abraços,
lu (a polivalente)
Lu,
Quando sou má e fico mal por isso… lembro que não tenho intenção do céu.
Não sou perfeita e nem feita; vou me moldando, mudando, sonhando.
Quente e frio, prefiro os dois, quase nunca o morno.
E entre um passo e outro, vai um papo, um chopp, um bate-papo.
Aqui sem o Paulo fica mais triste, mas a Cachoeria não pode parar…
Vamos que vamos, fazer a festa sem o dono!!
Beijosss!!
Lu Dias BH respondeu:
novembro 8th, 2009 at 22:01
@Jovimari,
Jovi
Se depender de nós, não faremos feio.
Botamos a Cachoeira para murmurar nossas palavras.
Amiga, essa dualidade é importante no ser humano.
Gosto dela.
Beijos, doce voadora,
lu
Sobre esta fera, dizer o quê?
Sobre a fera (perigosa):
Mas, seus olhos marrons são ternos e tristes. (embora tenha uma faca no seu brilhar)
A outra metade esbraveja pelos sete cantos (tem um demônio guardado no peito)
Esta fera é um misto de dureza e fragilidade ( é uma fera de pele macia)
Ora rija como as asas de um falcão em voo (perigosa!)
As duas partes tufadas de angústias e dissabor. (a louca?)
Beijos,
TT
Lu Dias BH respondeu:
novembro 9th, 2009 at 14:32
@Terezinha,
TT
Trocando em miúdos, sou uma fera mansa… risos.
Ou uma mansa fera, sei lá…
A fera mata, mas ama.
HAHAHAHAHHAHAHAHA
Como dizem os machões:
-Matei por amor!
Fera perigosa
louca
e de pele macia.
Beijos, amiga querida,
lu
Lu,
Achei muito engraçados todos estes comentários.
Sabe o que está parecendo? Aquelas crianças quando os pais saem de casa e sozinhas, ficam eufóricas por estarem livres para fazerem aquela festa, afinal, a vida não pode parar. E tem saído muita brincadeira interessante, não?
Por mais calmos e tranquilos que possamos ser, há momentos que não têm
jeito. O nosso lado fera vai aflorar e aí sai de baixo (ou de cima)!
Parabéns pelo lindo poema,
Beijos,
Rosalí.
Lu Dias BH respondeu:
novembro 9th, 2009 at 16:42
@Rosalí,
RoseRubi
É verdade!
Estamos mandando e desmandando.
Podemos até dar uma festa, enquanto o gataço está fora.
Só não entram refrigerantes e trufas, porque contém muito açúcar.
A menos que seja a sua trufa de chocolate amargo.
Amiga, vez ou outra é preciso armar o barraco… risos.
Beijos,
lu
@Lu Dias BH:
LU DIAS
Mais tarde vou comentar sua poesia postada hoje.
Agora, estou exercitando meu lado criança.
Então aí vai, Lu polivalente.
A bailarina, um show:
http://www.youtube.com/watch?v=rMGJmBj5Rj0
Por favor, se ficar brava, eu paro na hora.
Já disse.
Boa tarde no horário antigo – eu sigo o antigo.
Lu Dias BH respondeu:
novembro 9th, 2009 at 19:36
@gutierritos,
Gutie
Gostei da bailarina.
Acho que sou eu em uma das rodas de Samsara.
Veja que leveza de passos!!!!
Eu também odeio o horário novo.
Não acredito que traga redução de gasto de energia, pois todo mundo fica com as luzes acesas até 9 horas da matina.
Aguardo você lá na A LOUCA.
Todo cuidado é pouco.
Fera é louca não é uma boa combinação.
Abraços,
lu
@gutierritos,
Ah, esqueci, complementando:
Fez um curso completo nas Indias.
Nunca dissestes sobre esta habilidade.
Parabéns.
Lu Dias BH respondeu:
novembro 9th, 2009 at 19:37
@gutierritos,
Gutie
São tantas, que nem consigo enumerar.
Vixe Maria!
O Timoneiro deve estar se esbaldando!
Abraços,
lu
GUTIERRITOS respondeu:
novembro 10th, 2009 at 0:10
@Lu Dias BH,
Então, Lu cantando em espanhol.
Acredito que conseguiu de tanto ler o tal … como é mesmo o nome dele, ai meu Deus, ….ah, já sei: Fernando, el Touro da Espanha – que jamais se igualará ao mon ami Luc Ferry.
Então aí vai, a Lu cantando em espanhol:
http://www.youtube.com./watch?v=9gdg6x_jsJY
Legal, não é.
Foi difícil encontrá-la cantando.
Achei uma, mas não gostei.
Logo sabia que não poderia ser.
Bonsoir.
Lu,
Esta é a brincadeira: Procurando Lu Dias BH.
Lu Dias BH posta mais um lindo poema “A Fera”. No princípio, seria mais
um animado debate a respeito do tema. Eu disse seria.
Gutierritos, abre o boteco poetando com maestria e parabeniza a poetiza, que em resposta lembra a falta do Timoneiro. Ele então, bem contente, exclama:
- Vamos funcionar o boteco publicando o que queremos nos comentários!
Já sei, vamos brincar de achar a Lu.
Então começa sua pesquisa (brincadeira): a 1ª é Lu vendedora. Show de bola.
Mas Lu Dias BH quer brincar de MP4. Quer ouvir Pena Branca e Xavantinho.
Gutierritos volta a carga: 2ª Lu dos esportes e 3ª é a Equipe LuDias, que
mora em Floripa.
Aí entra a Luzete, que não quer brincar. Quer escrever um texto sério, sobre
nossos tempos sem sentidos e de excessos. Maravilha. Lu Dias BH agradece
e diz que poderia ser postado, lembrando que o PA está de férias.
Chega então o Manoel Rodrigues, como quem não quer nada, faz seu breve
comentário para Lu Dias BH, e conversa vem conversa vai, ela diz que está
um vazio sem o PA. Prá quê ela falou isso! O Manoel já queria brincar de
peteca.
Lu Dias BH diz muito animada:
- Temos que dinamizar. Na falta do chefe, vamos poetar em dobro!
Mas eis que chega a palavra ameaçadora de Messias, escrevendo:
- Se não pender para o lado bom, vamos caçar sua licença de poetiza!
E Lu Dias BH retruca triunfante:
- Eu posso tudo em nome dos versos.
E a brincadeira continua, onde Ana Lúcia fala bem de Luzete, Lu Dias BH
fala para Ana Lúcia, muito bem de Luzete, que agora não quer brincar de
falar bem, quer brincar de rodar a baiana.
E Gutierritos, animado com a brincadeira, acha a 4ª, desta vez DiasdeLu,
produtora de filmes. A 5ª Lu dançarina e a 6ª Lu do blog que fechou.
De repente, vem-lhe a dúvida e então pergunta:
- Será que continuo ou não com a brincadeira? Será a Lu Dias BH vai ficar
brava?
Será que ela vai virar uma fera? (Ops, este é o tema do próximo poema).
Mas não, ela se diverte à beça com a brincadeira.
Nestas alturas, Jovimari quer brincar na cachoeira ou então fazer a festa.
E a Terezinha não quer nem saber de brincar.
Já a Rosalí fica só observando tudo, sempre sorrindo.
Lu Dias BH não concorda com esta atitude e a chama para a festa, sem
trufas e refrigerantes. É preciso armar o barraco.
Gutierritos volta, e dá-lhe Lu Dias: bailarina, estudante de curso nas Índias.
Lu Dias BH diz, conformada:
- São tantas, que nem consigo enumerar. Vixe Maria!
Será que Gutierritos vai achar a verdadeira Lu Dias?
E no final desta grande brincadeira, é a própria Lu Dias BH, a legítima, que
conclui:
- O Timoneiro deve estar se esbaldando!
Abraços,
Rosalí.