A Índia e as superstições / Are Baba – Lu Dias
Em meio ao mosaico de crenças e cerimônias religiosas, as superstições encontraram um terreno fértil na Índia. Falaremos de crenças antigas e atuais.
E, dentro dessa seara, encontramos tudo que é capaz de tornar o homem “feliz” ou “infeliz”, “próspero” ou “pobreco”: oblações, encantamentos, exorcismos, astrologia, oráculos, votos, quiromancia, adivinhação, ledores de fortuna, encantadores de serpentes, faquires, iogues, homens santos, misticismo, feitiçaria, arte divinatória, magias, mantras, receitas encantadas, feiticeiros, nigromantes, videntes, sonhos, sinais dos céus ou de buracos abertos nas roupas pelos ratos (Em vez de matar o ratinho por que furou sua roupa, veja aí um bom auspício: você vai comprar uma roupa nova.).
O hindu admitia que cada estrela exerce uma influência especial sobre os nascidos sob a sua ascendência. (E por falar nisso você já olhou o seu horóscopo hoje?)
As mulheres menstruadas evitavam tomar sol com medo de que o astro-rei pudesse engravidá-las (por aqui acham que é o divino Espírito Santo ou a Santa Toalha). O que era muito chique, ter um filho do Rei-Sol (risos)
Palavras desconhecidas eram recitadas para evocar fantasmas, encantar cobras e aves e forçar os próprios deuses (isso que é poder!) a vir em auxílio do “poderoso” para ajudar seu cliente.
Normalmente todo cliente tinha uma série de doenças incuráveis e estava cheio de olho-gordo. Mediante umas rúpias, o mago introduzia um demônio no ego do inimigo de seu paciente e expulsava o que havia nesse. Era dá lá, dá cá.
Quando um brâmane bocejava, punha a mão à boca, para evitar que maus espíritos entrassem. (Ao contrário de muitos de nós, temos que tapar a boca para não deixar que os espíritos malfazejos saiam.)
O hindu estava sempre em guerra contra o mau-olhado, pois qualquer um poderia ser vitimado pela desgraça, trazida pelos desafetos e invejosos (ontem tomei 1 garrafa de vinho português e dormi a noite toda, vitimada por um mau-olhado).
E o melhor nessa panacéia, é que o hindu jamais necessitava de Viagra. Bastava que o encantador de serpente colocasse a sua, em ação. Perdoem-me, misturei “alhos com bugalhos”, o responsável por restaurar a vitalidade sexual, fazer voltar o amor no coração (tesão), ou dar filhos às mulheres estéreis era o mágico.
Parir filhos (machos) era a meta principal de um casal hindu. Sendo que a adoração dos símbolos da reprodução e fecundidade era permanente nos devotos. Siva (Xiva) era a deidade indiana, representada por um falo (pênis). Procissões fálicas rodopiavam pelas ruas, com a comitiva usando símbolos fálicos nos braços e pescoço. O real permanecia oculto. Em determinados templos, lingas (representação dos órgãos genitais masculinos) de pedra era, diariamente, lavados com a água do Ganges, que depois era vendida aos fiéis. Com certeza, os não-hinduístas deviam divertir profundamente. Tal culto durou até o século XX.
Gandhi certa vez citou:
“Coube aos nossos visitantes ocidentais, ensinar-nos quanto à obscenidade de muitas práticas que, até aqui, inocentemente adotávamos. Foi em um livro missionário que, pela primeira vez, li que o Shivalingam (culto fálico a Shiva) tinha uma significação obscena.”
Os hindus acreditavam que, se não oferecessem alimentos aos deuses, esses morreriam de inanição (Pena que não estendessem o pensamento aos intocáveis).
O rito de purificação demandava muito tempo para os hindus. Podiam se tornar impuros pela ingestão de alimentos impróprios, restos de comida, pelo toque de um pária (intocável), pelo contato com um cadáver ou com uma mulher menstruada (sabia que a mulher não ia ficar de fora) e por outras milhares de causas.
O parto e a menstruação tornavam as mulheres impuras. Eram isoladas e passavam por impensável higienização (Deduzo, que toda mulher devia avisar à família que estava menstruada).
O hindu impuro tinha que passar pelo rito de purificação, que variava de acordo com o tamanho da “impureza”. Nos casos mais simples, bastava ser purificados com a água sagrada do Ganges. Nos mais complexos, como na violação das leis da casta, tinham que passar pelo Panchagavia: era obrigado a beber uma mistura de cinco “deliciosas” substâncias da vaca sagrada:
-
leite
- coalhada
- ghee (manteiga derretida)
- urina
- excremento
Era comum ver centenas de hindus supersticiosos nos pastos, com um vasilhame nas mãos, seguindo as vacas, prontos para apararem a urina dessas e levarem-na ainda quente para casa. Outros aparavam-na com as mãos, bebiam um pouco e com o restante lavavam o rosto.
Historiadores com Will e Ariel Durant, são firmes em creditar o longo atraso da Índia ao hinduísmo, que levou o povo a buscar seus triunfos nos mitos e na imaginação;
-
ensinava a permanente servidão ao sacerdócio (brâmanes) e ao sistema de castas;
-
criou deuses desocupados da moral;
-
manteve por séculos a brutalidade de costumes, como o suttee (sacrifício humano);
-
pintou a vida como um mal;
-
destruiu a coragem de viver de seus devotos;
-
dividiu o povo em compartimentos estanques;
-
negou qualquer tipo de aspiração ao progresso pelas classes pobres;
-
não aceitavam que todos pudessem crescer espiritual e economicamente;
-
induziu à aceitação sem questionamento;
-
transformou todos os fenômenos terrenos em ilusões;
-
destruiu a distinção entre liberdade e escravidão, entre bem e mal, entre corrupção e progresso;
-
degenerou na idolatria e no ritualismo convencional em que a forma é considerada como tudo e a substância como nada.
Atenção:
Na Índia, dezenas de mulheres são mortas todos os anos, devido ao receio da população de que elas sejam bruxas (mulheres suspeitas de exercerem a arte da feitiçaria). Situação essa, que é mais grave nas zonas rurais, onde o sistema escolar ainda não é eficaz. (Poxa! Como essa gente tem medo do poder das mulheres. Deve ter sido lá que nasceu a Mulher Maravilha).
Essa gente parece ULUCAPATÁ!
Namastê!
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Lu,
que falta que faz os conhecimentos dos gregos, lógica, filosofia etc… Se lá tivesse os ensinamentos dos conhecimentos dos gregos é bem provável que, ou o hinduísmo estaria morto ou totalmente diferente de como tal o conhecemos hoje.
Beijos,
Moacyr.
Moacyr
O que me espanta mais é a época em que tais superstições continuaram a ser vistas como verdadeiras.
Seria natural, se vistas em um contexto bem antigo.
Cada vez mais eu me convenço de que o ser humano é um enigma.
E o pior é quando esse enigma se encontra na casa do bilhão.
ULUCAPATÁ!
Beijos,
lu
Mamadi
Que coisa mais boba ter que avisar a família que se está menstruada. O legal mesmo era a procissão em homenagem a Xiva. Mais parece contos da carochinha. Devia ser duro tomar aquela bebida horrorosa.
Beijos da
Si
Si
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH
É essa a sua preocupação?
Eu fico imaginando as pessoas com uma vasilha nas mãos caminhando atrás das vacas, esperando que elas urinem.
Aposto que as pirracentas ficam ali prendendo, o tempo todo.
Principalmente as mais acanhadas.
Também não gostaria de tomar daquela “maravilhosa” bebida.
Beijinhos,
lu
Paulo Afonso respondeu:
março 2nd, 2009 at 11:11
Preferia beber xixi de vaca do que aquela água do Ganges. Eca. Não sei o que seria pior.
lu dias bh respondeu:
março 2nd, 2009 at 15:51
Paulo Afonso
Nesse ponto estou com você.
O xixi da vaca, pelo menos, passou por uma filtragem… risos.
Pode preparar dois canecos de 600ml.
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHA
Abraços,
lu
Sabe, Lu, eu realmente acho que cada um deve procurar o seu quadrado. Se gosta de superstição, que a tenha. Se gosta de horóscopo e se guia por ele, esteja a gosto. O que me invoca e arrepia é ditar normas de espiritualidade, de estar certo de que o deus se não alimentado não vive, que se há de respeitar e idolatrar animais e astros do céu e não exista nenhum respeito pelo ser humano, pelo excluído, pela mulher, pela criança, pela viúva. Isto não dá para engolir, nem que fosse engolidor de espada. È mais fácil engolir uma espada ou comer fogo do que passar pelo entendimento esta filosofia de vida. Não compreendo mesmo. Aliás, ultimamente estou em fase de não entender quase nada. Estou uma desentendida geral. Mais um texto excelente para meu caderno, quase um livro. Quando você passar a pesquisar outro povo, vou ampliar as folhas e aramar num cadernão de letra grande que vai ficar na minha sala, em cima da mesa, para todo mundo que chegar aqui possa ler esta preciosidade. Vai se chamar: PESQUISA DA LU – A ÍNDIA E SEU POVO.
lu dias bh respondeu:
março 1st, 2009 at 21:20
Hila
Tenho recebido e-mail de muitos amigos que eram doidos para conhecer a ìndia e que agora mudaram de opinião.
Também não consigo acreditar que uma religião que se preocupa tanto com os animais, ou com o alimento para os deuses, não volte a sua atenção para os milhares de famintos ao redor.
Acho um paradoxo cruel.
Uma aberração!
Também não ando entendendo muita coisa.
Acho que é um estratagema da mente.
E eu me esqueci de falar que os encantadores de serpente são, na verdade, charlatões, que passam urina de rato na flauta.
O odor vai se alastrando com o vento e as coitadinhas ficam procurando onde está o ratinho.
E há pessoas que acreditam.
Nessas minhas pesquisas, li que é preciso ter muito cuidado na Índia com o s enganadores, os charlatões.
Sem falar na quantidade de homens santos, que de santos só levam a vontade de ganhar um trocado para a comida.
O Mário já me pediu para pesquisar sobre a China… risos.
Vou ser correspondente virtual do blog.
Num texto, cujo tema pesquisei ontem, fiquei estarrecida com o grande líder Gandhi.
Não vou dizer nada a respeito.
Terá que aguardar.
Mas já estamos chegando no fim desta viagem.
O mais importante já foi destrinchado.
A menos que alguém peça um tema em especial, como aconteceu hoje com uma leitora.
Vai ser muita honra ter as minhas pesquisas sobre a mesa de sua sala.
Depois a gente culmina tudo com um passeio de verdade.
Beijos, dona Rapunzel,
lu
A Hila tem razão… cada vez se entende menos de tudo… e “só sei que nada sei”.
E vamos viajando por esse mundo tão complexo… também me choca tanto cuidado com animais e tanto sofrimento para o povo. Vai entender.
Beijo!
lu dias bh respondeu:
março 1st, 2009 at 21:37
Jovimari
Se a gente para para pensar muito, acaba pirando.
Temos que deixar o cérebro pensar que a maioria das coisas do mundo é pura fantasia.
E o mais engraçado é como certos países criam uma auréola em torno de si, que nada tem a ver com a espiritualidade que pregam.
Um outro horror, também, é o Tibet.
Há coisas absurdas.
Não concordo com as pessoas que dizem que toda cultura deve ser respeitada.
Respeito apenas as que respeitam os direitos humanos.
Caso contrário teria que respeitar a cultura do nazismo e outras tantas atrocidades.
Para mim, a cultura tem que trazer dignidade a seu povo.
Fora disso é superstição.
Grande beijo,
lu
Oi Lu, tudo bem?
Fui assistir o filme “Quem quer ser milionário”.
Ele desperta em você várias emoções:
-1-A simpatia pelos garotos pobres, que nos conquistam, apesar de suas
“artes” para sobreviver naquele ambiente de inferno;
2- a vergonha ao ver as condições em que vivem nossos irmãos, num mundo tão cheio de beleza e desperdício;
A injustiça.São malandros inocentes embora implacáveis,a lei da sobrevivência. Ali, ” bobeou, dançou”.
3-A TV com certo apresentador, que deixa embasbacado todo um país, que torce por um espetáculo ( concurso de cartas marcadas). Todos trapaceiam.
Impossível dissociar a vida deles dos favelados brasileiros, só que na Índia é bem pior.
Quanto à falta de higiene, sem comentários.
O filme mostra TODAS as injustiças e o sofrimento sob todas as formas.
Mas o final é feliz,o bom caráter é premiado com dinheiro e amor, os vilões morrem.
È uma crítica aos costumes ancestrais-fome, lixões,bandidos, torturadores.
Saí do cinema pensando: como somos felizes de viver no Brasil!
Apesar de tudo que nos rodeia….
Porque conviver com coisas de embrulhar o estômago, como na maioria da Índia, ninguém merece!
Abraços!
Tê
Parabéns pela bela análise do filme, contrastando-o com o Brasil.
Estou ansiosa para vê-lo.
E a sua análise deixou-me mais curiosa ainda.
Estava com medo de que fosse uma das politicalhas do Tio Sam, escolhendo os filmes conforme os interesses políticos.
Mas vou ver sim.
O cinema de arte indiano está tentando trabalhar numa linha mais real.
Levantando os problemas do país.
Vou citar três filmes muito bons sobre a Índia:
1- Water ( ou A água)
2- A cidade da esperança
3- Viagem para as Índias
Beijos e obrigada pela participação,
lu
Penso que este filme vai ser arrasador para o turismo ,Se o povo convive com essa situação passivamente, o mesmo não acontece com os estrangeiros.O final feliz a gente aceita com reservas, seria humanamente possível o mocinho vencer tantos obstáculos?.A cena final é até exagerada, lembra a apoteose dos antigos filmes da Metro: Todos dançam, enquanto aparecem os créditos do filme.Serve para tirar o gosto amargo da realidade.Beijos Maria Tereza
lu dias bh respondeu:
março 2nd, 2009 at 18:15
Maria Tereza
Mesmo que seja.
Enquanto o mundo não tomar conhecimento da realidade, ficará apenas no OMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM
E em nada ajudará os miseráveis intocáveis, com aquele Código de Manu mesquinho e atrasado, servindo de manto para as 4 principais castas.
São muitos anos de servidão.
Vou soltar um artigo sobre aquele médico que aparece na casa dos dalits.
Figura extraordinária, embora pouco conhecida no Ocidente.
Ele está para os intocáveis, assim como Zumbi está para os negros.
Mais uma vez, obrigada pela sua participação.
Beijos,
lu
Ola Lu, fabuloso o seu texto. Olha eu trabalei com um indiano, bem não preciso dizer q mesmo vivendo fora da India, os costumes são os mesmos. Respeito todas as religiões e não sou de dar ‘pitaco’ na vida alheia, mas sinceramente tem coisas q me deixam profudamente estupefata, perplexa, ou bege como diria meu cabelereiro. Como por exemplo q em determinado dia da semana não se paga nada, não se mexe no dinheiro, a não ser que seja para o dinheiro entrar aí pode, entre outras coisas mais…rss
Bjs e continue com estes textos maravilhosos.
Kátia
Que maravilha encontrar quem tenha convivido com um indiano.
Pois para muita gente, o que escrevo deve ser irreal.
Por isso, o seu comentário veio a calhar.
Para o dinheiro entrar pode… risos.
Sair… necas de pitibiriba…. hahahahahahahahahaha
Gostaria que você nos contasse mais desse contato.
É muito enriquecedor para nós.
Beijos,
lu
MAMADI
Hoje vou dar uma de The Ghost of Willtwo.
Por sinal, você o pegou, o Will Durant, o filósofo que me inspirou na personagem acima. E o colocou para trabalhar.
Então, como Ghost, vou para o chiste e pilhérias.
Quero vê-la dando risadas:
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA.
Mas não a quero brava, please.
A Sissi que me ensinou essa historia de Mamadi.
Como é o vestido, o sari, já ficou pronto ?
Muito pano, até nos pés.
O Moá gostou ?
Meu Deus do Céu, está India existe mesmo no planeta terra ou vem lá de Marte ou do extinto Plutão ?
Agora, a história que mais gostei e morri de rir está contida no excelente texto que você teceu:
“E o melhor nessa panacéia, é que o hindu jamais necessitava de Viagra. Bastava que o encantador de serpente colocasse a sua, em ação. Perdoem-me, misturei “alhos com bugalhos”, o responsável por restaurar a vitalidade sexual, fazer voltar o amor no coração (tesão), ou dar filhos às mulheres estéreis era o mágico.”
Ah, o mágico.
Sabe, mágico aqui no Brasil é trapaceiro.
Não confio nele.É chamado de ilusionista e está sempre nos enganando, portanto.
Mas, graças a Deus, ainda não preciso de Viagra e, ainda, muito menos de encantador de serpentes e mágicos loucos para misturar: leite,coalhada,ghee (manteiga derretida) urina e excremento, beber um tanto e ainda lavar o rosto com essa coisa toda.
Depois de uma aventura desta, acho que não ia mesmo dar no couro, ficaria desencantando, não comeria, não beberia, virava mesmo um fantasma, um ectoplasma, que hoje escolhi, para fugir em disparada, montando numa vaca adorada por todos, principalmente pelas crianças desnutridas.
Bonsoir e desculpe-me.
Paulo
Acabo de lhe enviar um post novo.
Confirme recebimento.
Não consegui passar o recado pelo chat.
Peça a outras pessoas para fazer o teste.
Fiz igual como ensinou.
Abraços,
lu
Gutie
ULUCAPATÁ!
Ontem eu escrevi uma longa resposta para você.
Ao enviar, ela virou éter.
E o blog saiu do ar.
Fiquei p. da vida.
Menino danado, você foi o único que notou aquele meu deslize intencional.
Grande observador.
Cidinha que abra o olho.
Mandei um e-mail para o Anarquista dizendo-lhe que se não proceder bem no hospital, vou pedir para a Master, preparar para ele aquela panacea descrita no texto.
Nunca mais vai tomar uma birita.
Gutie, a Índia é um país de charlatões.
Muito babaca ocidental cai no conto do vigário.
Sabia que os encantadores de serpente, na verdade, passam xixi de rato na flauta.
E as coitadinhas das cobras ficam dançando de um lado para o outro, procurando a presa?
Na terra de cego, quem tem um olho só é rei.
Grande beijo, danadinho.
lu
GUTIERRITOS respondeu:
março 3rd, 2009 at 23:20
LU DIAS
Na outra vez, faça como Jesus ao enfrentar o diabo no teclado:
SALVE.
Você conhece o vídeo ?
O placard estava 10 x 1 para o Diabo e Jesus estava levando uma goleada.
Mas, no final, caiu a energia.
E Jesus ganhou de 1 x 0, pois só Jesus Salva.
Então copie no editar em antes de clicar, venha com a bíblia e salve.
lu dias bh respondeu:
março 3rd, 2009 at 23:29
Gutie
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
E o pior é que nem caiu a energia, mas a parafernália do Paulo Afonso.
Queria esganá-lo.
Não consigo.
Vou direto ao assunto.
Nem que eu leve porradas!
Beijos,
lu
Lu,
Cada povo com a sua cultura. Acabei de ler o livro Comer (Itália), Rezar (Índia) e
Amar (Bali) cada um com suas idiosincrasias, religiões, idiomas, culturas,
comidas …..
Uma comentarista se referiu ao filme Quem quer ser um Milionário mas sugiro
sugiro tb um outro filme – Alguém que me ame de verdade – que tb mostra a cultura dos judeus e muçulmanos, que gostei muito tb.
Agora, pobreza é ruim em todo lugar.
beijinhos
lu dias bh respondeu:
março 3rd, 2009 at 23:32
Celita Linda
Eu te amo de verdade!
Não se preocupe em ir tão longe… risos
Pobreza é uma miséria, como diz um amigo.
Principalmente a pobreza de espírito.
Anotei o nome dos filmes.
Sei que você é uma cinéfila das boas.
A gente pode ir sem medo errar.
Estava com saudades.
Beijos,
lu
Gente,
Não sei se alguém disse isso nos comentários aí acima, que são tantos: Os encantadores de serpentes tornam-se “imunes” aos seus animais, por lhes retirarem os dentes.
Então…. conclui-se: serpentes eunucas…. hehehehehehe
TT
lu dias bh respondeu:
março 11th, 2009 at 0:26
TT
Ninguém disse!
Essa notícia é um “furo” dado pela escritora TT.
E fica um monte de bobos aplaudindo.
Sem falar que ainda usam o xixi de rato.
Beijos,
lu