Querido colega Pedro,
Ontem, estava passeando próximo ao Parque Central e vi uma coisa que me deixou muito triste. Você jogou um papel no chão. Por que você fez isso? Você deve ter pensado: “Ah, mas foi só um papelzinho.” E se todos pensassem assim? Nossa cidade iria virar um monte de lixo. Eu sei que há pessoas contratadas para limpar, mas não custa nada ajudá-las um pouquinho!
Pedro, por favor, pense nisto. Você não queria morar em uma cidade limpa, cheirosa, cheia de flores e grama verde? Então, faça “por onde”. Seja politicamente correto, pois o nosso ambiente não é lixeira. Lembre-se: lixo é na lixeira!
Atenciosamente,
Aninha
A margarida toda branca
e a rosa vermelhinha,
a hortência só encanta
e o lírio faz gracinha!
O dia era um desses clareados de muito sol e colorido de azul. Ana Luísa, aflita, esperava a hora de Fernanda chegar. Era sexta-feira e toda sexta-feira a mãe de Ana Luísa costumava convidar uma amiguinha para visitar a filha.
— Ah, nem!… Ainda faltava o almoço, ainda faltava a escola para a tarde chegar, pensava a menina, que gostava de ser chamada de Aninha. Continue lendo 'O fantasma vermelho – Ana Luísa Melgaço Almeida'»
1 – Mamãe,
Queria tentar explicar
como é meu amor por ti.
Acontece que meras palavras
não dizem o que eu senti.
Talvez seja como cores
que alegram cada segundo.
Talvez sejam como flores
que encantam a todo o mundo.
Às vezes, é história
Texto, poema ou poesia;
às vezes é como o sol
que ilumina os meus dias.
Pode ser um doce
que faz a gente sorrir.
Pode ser um sonho
que alegra o meu dormir.
Como dizer uma coisa
Que não tem explicação?
A certeza é que você mora
dentro do meu coração.
2 – Mamãe,
Meu amor por você é infinito.
Maior que o maior dos oceanos,
maior que a vista pode alcançar,
maior que o céu e suas estrelas,
maior que o sol a brilhar.
É um sentimento tão grande
que números não podem representar.
É um sentimento tão puro,
que nada pode me tirar.
É um sentimento tão lindo
que ofusca a quem quer avistar.
É um sentimento tão meigo
que faz a gente chorar.
Mamãe querida,
nunca vou deixar de te amar!
Era mais uma vez … uma menina chamada Laura, que gostava muito de vermelho. Um dia, ela estava olhando as estrelas no céu através do vidro da janela de seu quarto quando, de repente, percebeu uma estrela maior do que as outras, de um brilho avermelhado, de forma desconhecida… Então, viu que essa estrela estrangeira não estava no céu. Ela brilhava bem perto da janela de seu quarto. Continue lendo 'A estrela menina – Ana Luísa Melgaço Almeida'»