Bentinho escolheu ser sóbrio
Braço nobre, olhar fecundo
E andar com brilho próprio
Menestrel, reto e profundo
Fez na vida escolhas densas
Nunca egóico, nunca raso
Não quis ser oportunista
Nem cínico, imediatista
Nem “politicamente correto”
Cruel ou dissimulado
Quis respirar com calma
Comer certo e ter saúde
Encontrou ódio amiúde
Mas não se envolveu na lama
Alimentou sua alma
De manjar doce e ameno
E se tornou um poeta
Amigo dos vaga-lumes
Desses que adornam viola
São íntimos de lua estrelada
E caminham sua estrada
Elegantes pelo mundo.
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30 de novembro de 2008 at 11:25
amiga
Sua poesia tem muito rítmo e segue suave como a descrição desse poeta. Fecha com um verso lindo sobre poetas:”caminham sua estrada elegantes pelo mundo”. Muito lindo esse verso. Amei!
Beijos Sonia Quartin
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30 de novembro de 2008 at 13:25
Nina, muito Lindo !
Eu sinceramente, gostaria de encontrar-me com muitos Betinhos pela VIDA.
Beijos, Maria Avila
[Resposta]
30 de novembro de 2008 at 21:25
Querida Nina
” Bom malandro, que sabe o que quer, e tem a faca nos dentes ”
Gostei, lembrei-me de alguém……rsrsrsrs
Abraços
[Resposta]
30 de novembro de 2008 at 21:41
Caros Sonia, Maria e também o Mário, gostei muito de saber que voces se interessaram pelos versos do Bentinho, gente fina ele,né não?
Obrigadíssima!
Abraços poéticos,
Nina.
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