Calendário – Mário Mendonça
Tantas, mas tantas caras felizes
E eu aqui perdido
No naufrágio do mar de mim mesmo.
Em minha memória
Percebo somente tua ausência
Causada por esperas e demoras.
Fecho minhas pálpebras de seda
E sonho com colunas brancas
Atravessando distâncias.
E, antecipo minha solidão
Num calendário sem datas
Prefixadas ou razão.
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Mário
Gostei muito dessa poesia em versos simples e diretos, sem lucubrações de frases complicadas a herméticas. Gostosa de ler e entender o pensamento.
Parabens!
Sonia Quartin
Mário,
Voce já percebeu que o ser humano é mestre em colocar o céu no inferno dos outros? Garanto que muitas destas caras felizes que você percebe não são tão felizes assim. Não diz o ditado que ‘quem vê cara não vê coração?’ Quanto à dor da ausência esta eu conheço de perto. É real e concreta. E dói. Belo poema. Abraço. Ana
Mário
Meu garoto poeta.
Que beleza de poema!
Fiquei encantada ao vê-lo.
Não adianta ficar escondendo esse seu dom maravilhoso, pois eu vou atrás.
Nós vamos colocar colunas brancas para atravessar a distância que liga a felicidade até você.
Sabe por que amiguinho?
Por que a felicidade está em nós e não nos outros.
Buscá-la nos outros é uma perda de tempo.
Mas eu sei como são os poemas.
São fingidores e muitas vezes transporta a dor dos outros para si, de modo que possa dar vida aos versos.
Mário, precisamos não nos amarrar em esperas ou demoras e deixar que essas aconteçam, sem um calendário prefixado, chegando sem razão alguma.
Pois a qualquer tempo que chegarem, chegam bem.
Seu poema é tão lindo e terno quanto você.
Grande beijo,
lu
Mário
Esse isolamento na multidão que contas como que sem revolta, conformado, é de uma tristeza sem medida.
Esse texto prá mim tem uma delicadeza carinhosa, quase um afago, mesmo sendo muito parecido com um grito que pede socorro.
Teu poema é lindo!!!
Entra e vai até o fundo do sentir da gente.
Muito bonito mesmo.
Parabéns pelo teu saber dizer tudo tão bem.
Beijo
Haydée
Mário
Achei muito lindo o seu poema. Há dias em que também eu me sinto assim. Mas depois o sol volta a brilhar de novo. São as alternâncias da vida. Continue escrevendo.
Beijocas,
Si
Queridas Sonia, Ana, Lu, Haydée e Sissi.
Grato pelas palavras de carinho e incentivo.
Se hoje esboço algum rabisco, é graças a convivência com feras da escrita que nem vocês, especialmente a Lu Dias, que me incentiva desde o blog do Nassif, da Renata, do Romério e da Inara.
Lu, muito obrigado por ter postado.
Abração a Todas.
@Mário Mendonça:
Mário
Onde escrevi “poemas” leia “poetas”
Tudo é mérito seu, meu pupilo.
Apenas o empurro para a frente com o dom maravilhoso que tem.
Abraços,
lu
MÁRIO
Outro dia, por email, dizia a Lu Dias, que você tinha muita sensibilidade e força de expressão.
Agora, graças a Deus, você apareceu por aí e com uma bela poesia !
Meus parabéns.
Quero bis.
Mario,
tardei para conhece-lo, o que lamento.
Poema maravilhoso.
Sobra impressão que você pleiteia um ” agito”…
Abraços,
Dirley.
Caro Gutierritos
Grato pela força, mas ainda estou aprendendo.
Ainda bem, que tenho uma excelente professora…..rsrsrs
Abraços
Caro Dirley
” muita calma nessa hora ”
Grato pela força, mas tenho uma grande inspiração,
e Tu sabe que é…..
Abraços