Finalmente conseguimos chegar ao apartamento com vista para o mar, o silêncio total, ninguém para perturbar, sem telefones celulares. Porém não pude entrar no apartamento, digo que eu não pude, porque o Carlos entrou PARA MATAR AS BARATAS que resolveram acampar ali durante os 6 meses em que o apartamento ficou fechado. É verdade! Onde tem baratas, não tem Érika. Voltei, sentei na escada e deixei ele fazer a faxina! Como é bom meu maridão! Depois que ele matou todas as baratas, fomos limpar o AP, que estava empoeiradíssimo.
Gente, depois de um bom banho, sem que houvesse a consumação das núpcias, por que a última barata resolveu tomar banho conosco e me expulsou do banheiro, fomos jantar.
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A festa terminou por volta das 6 horas. Já era noite. Meus primos ainda iriam para Muriqui (região de praia) que é próximo a Conceição de Jacareí, onde íamos passar a lua de mel. Pegaríamos uma carona com eles até Itaguaí para pegarmos o ônibus direto para Conceição. Seria muito mais rápido e a lua de mel nos aguardava. Afinal, ficamos 1 semana sem nos ver pra dar saudades, e o grande dia havia chegado.
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Bom, depois de ter ficado 7 meses esperando um beijo (5 deles apenas paquerando sem ele sequer me ver), ter namorado durante três longos anos de idas e vindas (e ainda não descobrimos os motivos de tantas voltas), no final de 2000 nos separamos apenas uma vez e, três meses depois, reatamos e decidimos nos casar. Continuar lendo »
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