Mãe, te amo muito!
Gosto do jeito
de abraçar-me junto ao peito,
de apertar meu coração,
de segurar na minha mão.
Mãe, você é a minha luz
meu arco-íris,
minhas cores,
tudo que reluz.
Sei que ama o mundo como ninguém.
Minha mãe, enquanto eu viver
Quero lhe cantar “meu bem querer”.
Com você aprendi a dançar,
poder pular
e a vida comemorar
Mãe, te amo demais!
Alegria
é o que você me traz.
E foi assim que terminei a história “O patinho feio”, que minha professora passou em forma de poema:
[.........]
E andando pela estrada,
logo viu uma lagoa.
Chegou bem pertinho
e viu uma patada boa.
Quando achou que estava bem
precisou fugir de novo.
Um estranho se aproximou
e ele se assustou.
Correu…correu… correu…
Até não se agüentar
E voando pelo caminho,
não queria mais se assustar.
O tempo vai mudando,
gotinhas vão pingando
E o coitado, solitário,
depressa vai voando.
Depois de muito voo
ele foi se transformando.
Achou uma lagoa e à
nova vida foi chegando.
Decidiu se refrescar
e na água se banhar.
Com um reflexo se assustou,
viu um cisne a boiar.
Então foi que descobriu
que era bonito e elegante.
Não era mais o patinho feio
do passado bem distante.
(Maria Fernanda – 9 anos)
Estudar para quê
irei te contar.
É para aprender.
Estudar para ler,
escrever
e para entender,
entender o que
a vida quer dizer
e o que é viver.
Roberto tem uma cadelinha de nome Princesa.
Quando ele, Ana e eu chegamos perto dela,
ela pula, pula, quase a altura da mesa.
Quando brincamos com ela, ela corre.
Se lhe oferecemos comida,
antes de comer, ela fareja.
Branca como algodão,
Princesa lambe nossa mão,
Princesa rola no chão!
Como uma princesa, ela toma banho.
Sempre que estamos em casa,
ela está toda acesa.
Um dia, ela ficou doente.
Como ficou carente!
Mas, no final,
acabou tudo na correria
e a vida recomeçou.
Como ela queria.
O cachorro Caco de Vidro estava com muita fome. Poderia comer tudo que visse pela frente. Porém, quando ele viu uma coisa estranha, seus olhos pularam. Um rato! De orelhas cor-de-rosa?!
— Oi, cachorrinho!
— Oi, ratinho! Aaaaaatchim! Você é engraçado. Gostei de você!
— Haaaa!
— Não posso te comer.
— É mesmo? Vamos brincar?
— De quê? Primeiro, vou a minha casa buscar algo de comer. Estou com fome. Vou trazer um bolo.
— Eba, que cachorro legal!
— Acho que vou fazer um piquenique com você.
O cachorro trouxe um monte de coisas. Quando o rato viu tudo aquilo adorou. Brincaram até ao pôr-do-sol.
— Tchau, rato!
— Tchau, cachorro!
E os dois tornaram-se os melhores amigos.
Ana Luísa morava numa grande fazenda e adorava animais. Ela tinha três peixes, um papagaio, quatro pintinhos e um pônei. Seu sonho era o de ir a um grande zoológico. A menina queria ver um pingüim.
Nas férias, ela foi à Antártida. Lá, ela encontrou um zoológico com muitos bichos. Então, ela não viu um só pingüim. Ela viu vários. E lá, sim, ela matou sua curiosidade.
Ana Luísa voltou toda alegre para sua casa, pois não havia matado uma vontade. Havia matado a maior de todas.