Estudar para quê
irei te contar.
É para aprender.
Estudar para ler,
escrever
e para entender,
entender o que
a vida quer dizer
e o que é viver.
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Estudar para quê
irei te contar.
É para aprender.
Estudar para ler,
escrever
e para entender,
entender o que
a vida quer dizer
e o que é viver.
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Roberto tem uma cadelinha de nome Princesa.
Quando ele, Ana e eu chegamos perto dela,
ela pula, pula, quase a altura da mesa.
Quando brincamos com ela, ela corre.
Se lhe oferecemos comida,
antes de comer, ela fareja.
Branca como algodão,
Princesa lambe nossa mão,
Princesa rola no chão!
Como uma princesa, ela toma banho.
Sempre que estamos em casa,
ela está toda acesa.
Um dia, ela ficou doente.
Como ficou carente!
Mas, no final,
acabou tudo na correria
e a vida recomeçou.
Como ela queria.
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O cachorro Caco de Vidro estava com muita fome. Poderia comer tudo que visse pela frente. Porém, quando ele viu uma coisa estranha, seus olhos pularam. Um rato! De orelhas cor-de-rosa?!
— Oi, cachorrinho!
— Oi, ratinho! Aaaaaatchim! Você é engraçado. Gostei de você!
— Haaaa!
— Não posso te comer.
— É mesmo? Vamos brincar?
— De quê? Primeiro, vou a minha casa buscar algo de comer. Estou com fome. Vou trazer um bolo.
— Eba, que cachorro legal!
— Acho que vou fazer um piquenique com você.
O cachorro trouxe um monte de coisas. Quando o rato viu tudo aquilo adorou. Brincaram até ao pôr-do-sol.
— Tchau, rato!
— Tchau, cachorro!
E os dois tornaram-se os melhores amigos.
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Ana Luísa morava numa grande fazenda e adorava animais. Ela tinha três peixes, um papagaio, quatro pintinhos e um pônei. Seu sonho era o de ir a um grande zoológico. A menina queria ver um pingüim.
Nas férias, ela foi à Antártida. Lá, ela encontrou um zoológico com muitos bichos. Então, ela não viu um só pingüim. Ela viu vários. E lá, sim, ela matou sua curiosidade.
Ana Luísa voltou toda alegre para sua casa, pois não havia matado uma vontade. Havia matado a maior de todas.
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