Sentados no gramado da pracinha
Nervosa e impaciente ela falava
Pondo um fim ao nosso amor
Enquanto meus olhos marejavam.
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Sentados no gramado da pracinha
Nervosa e impaciente ela falava
Pondo um fim ao nosso amor
Enquanto meus olhos marejavam.
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Paulo, eu gosto muito deste meu poema.
Acho-o de uma humanidade e de uma ternura sem tamanho.
Por isso gostaria de dedicá-lo a você, com todo o meu carinho.
Lu Dias Bh
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Eu simplesmente escrevo
Soltando palavras ao léu
Como o garotinho, na praça
Esparge bolhas de sabão pelo céu.
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Ao ver a catástrofe que se abate sobre Santa Catarina podemos avaliar a postura da DEFESA CIVIL no país e nos Estados.
Engana-se quem pensa que o descaso tenha o seu ponto “x” na falta de aparelhagem. O que não é verdade. A ajuda pode se dar até com as mãos vazias na remoção dos escombros, quando se tem boa vontade, senso de humanidade e responsabilidade.
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Da infância à morte,
envolve-nos em sua teia,
uma infinitude de ilusões,
que a nossa existência norteia.
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Platão fala-nos de nossos percalços:
Os primeiros seres humanos na Terra
Possuíam duas caras num único pescoço
Além de quatro pernas e quatro braços.
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Andei atrás de ti num território selvagem
de pítons, visionários e videntes, no meio
de pessoas de palavras confusas, sem nexo,
nos quatro cantos do Oriente e do Ocidente.
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Toda manhã eu me desperto
Com um anjo enrolando meus cachos
Em volta de seus dedos macios
Misto de ternura, meiguice e afagos.
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O escritor Beaumarchais dizia que “o homem difere do animal por comer sem ter fome, beber sem ter sede e fazer amor em todas as estações.”
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