Me chamas de louca,
Porque te faço o dono das minhas verdades.
Porque minha boca te diz coisas
Que tua cabeça jamais ousou pensar.
Imprimir
Deixe que eu repouse minha pobre cabeça
Tão pobre e tão pesada
De pensamentos velhos e cansados.
Deixe que eu lave meus olhos
No sangue quente e forte de minhas feridas.
Espere que eu me dispa
De antigas dores e rancores.
Leve-me, depois, com cuidado e com carinho,
À morada do teu desejo,
Para que eu descanse um breve instante
A sombra fresca de tua jovem alma
E escute
O alegre cantar do teu bem-te-vi.
Imprimir
Meu olho
Eu deixo ao cego de paixão.
A minha mão
Fica pra levar a esperança.
Continuar lendo »
Imprimir
Menina, menina,
Pobre Colombina!
Um dia seus olhos
De sonhos guardados,
Pousaram encantados
Em um Pierrot:
Que ser tão estranho
Que vinha de longe!
Que olhar tão distante,
Tão cheio de dor!
Por que tanta mágua
No fundo do peito?
Imprimir
Ficou a saudade
Guardada no peito…
Seu cheiro na pele,
E o gosto do beijo.
Guardado no peito,
Ficou o desejo
De estar com você
Por mais uma vez.
Ficou o talvez,
O quem sabe um dia,
Quem sabe… Quem sabe..
No meu telefone.
Continuar lendo »
Imprimir
Não procure me entender
Nem me rotule.
Não analise meus atos
Só me aceite, só me ame. Continuar lendo »
Imprimir















Comentários recentes