Category: Carnaval

Maria, carnaval, cinzas – Terezinha Pereira

Por Terezinha Pereira, 17 de fevereiro de 2010 17:34

Era Maria. Somente. Teria sido Maria de flor ou de santa, como tantas são chamadas as Marias. Podia.

Maria veio à luz ao acender das luzes de um carnaval. Sua folia primeira. Teria sido a única. Maria partiu nas cinzas do carnaval.

Teria Maria vestido fantasia? Teria Maria sambado, com arte, o samba no morro? Teria sido porta-estandarte? Teria Maria puxado cordões aos olhos e sonhos de mil foliões?

É, Maria. Tudo que vive, com o curso do tempo, cresce, amadurece, dá frutos. Inspira. Expira. Infla. Reflui. Então, perde o viço, o frescor, a força. Encarquilha… Perece. Vira pó. Cinzas.

Não é dito se Maria teria vencido os estágios do viver. Ou se teria respirado apenas no durar de um tríduo de Momo. Maria partiu nas cinzas.

As cinzas da quarta-feira. Cinzas dos ramos secos que, no ano passado, louvaram a entrada triunfal do Mestre em Jerusalém.

O corpo, os ramos queimados. A vida. O tempo. O fogo. Depois, o pó. Purificação. A transformação. O ressurgir.

Mesmo que não tenha puxado o samba com arte. Mesmo que não tenha sido porta-estandarte. Maria (re)surgiu com as cinzas.

Que tenha apenas sido Maria nem de flor nem de santa. Simplesmente Maria. Que tenha somente vivido um dia. Ou uma vida. De fantasia. Maria.

Inspirado em “Maria, carnaval e cinzas” – de Luiz Carlos Paraná, interpretada por Roberto Carlos no III FMPB- Festival de Música Popular Brasileira, 1967

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Orfeu Negro

Por Paulo Afonso, 13 de fevereiro de 2010 8:12

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Velhos tempos, antigos carnavais

Por Paulo Afonso, 11 de fevereiro de 2010 14:41

Ter nascido no centro do Rio de Janeiro e ser sobrinho do fundador do Bola Preta é garantia de ter ALMA CARIOCA.

Precisava escrever alguma coisa sobre os carnavais que vivi na minha infância. Procurei voltar mais de 50 anos no tempo, quando ainda era criança. Lembro que foi no início da década de 50, quando deveria ter menos de 10 anos. Costumava ir ao sítio de meus tios, Álvaro de Oliveira e Nita, em Campo Grande.

O sítio tinha de tudo, de animais a árvores frutíferas. Até um riacho passava pela “Chez-Nous“, nome que meus tios escolheram para o local. Ficava na Estrada do Tinguí, um local afastado e deserto, bem diferente do que deve ser hoje.

O carnaval de rua em Campo Grande era repleto de Clóvis, com suas bexigas de boi, batendo sem parar.

Meus tios beiravam os 50 e tantos anos. Nunca tiveram filhos e moravam no centro da cidade. Costumavam ir ao teatro, pois minha tia recebia entradas para todos os espetáculos. Não sei o que a ligava à classe artística, mas era bem conhecida no meio teatral. A primeira vez que fui a um teatro adulto, foi no Teatro Rival, um espetáculo de Teatro de Revista, com lindas mulheres seminuas. Ficamos num camarote, meus tios e um primo que, como eu, também não havia completado 18 anos. Foi inesquecível ver aquelas lindas mulheres com os seios de fora. Hoje, após tanto tempo, elas devem estar com 70 ou 80 anos.

Álvaro e o Bola Preta

Mas voltando aos meus tios, sempre ouvia a mesma história, contada por parentes, que o Álvaro havia sido um dos fundadores do Cordão da Bola Preta. Ele chegou a me mostrar a carteirinha de sócio do clube, do qual falava com muito orgulho. Falta-me memória, pois na época não dava importância ao fato, mas tenho quase certeza de que minha tia falou de seu antigo apelido, K-Veirinha, e também de Lord Trinca Ferro.

KVeirinha

Com todas essas evidências, é quase certo de que o Álvaro de Oliveira, mencionado em vários sites da internet como fundador da agremiação, seja mesmo o meu tio, Álvaro de Oliveira e Silva, mas não posso jurar,  pois não encontrei o sobrenome Silva nas referências ao fundador.

Nosso amigo Gutierritos me enviou um link onde Álvaro, o fundador do Bola Preta , é citado. Há, inclusive, uma foto do mesmo. É uma foto antiga, de 1949,  quando ele tinha 50 anos, mais ou menos, e eu estava com apenas quatro anos de idade.

Diz o artigo:

Antigamente, todos os associados de destaque dos grêmios carnavalescos adquiriam um pseudônimo sempre precedido de aristocrático lord. Assim, Álvaro de Oliveira que, ainda garoto, de menor idade, conseguiu ser sócio dos Democráticos quando o alvi-negro tinah sede no Largo do Machado, ganhou sua alcunha. Deram-na, mais tarde, já na Rua do Hospício (hoje Buenos Aires), para onde o clube se transferiu, uma bem divertida: Lord Trinca Espinha. Continuou com ele da Rua dos Andradas e também na do Passeio, locais onde os valorosos ‘carapicus’ estiveram instalados.

Só em 1918, depois da terrível epidemia de ‘influenza espanhola’, da qual, conseguindo escapar, ficou, no entanto, bastante magro, esquelético, perdeu sua antonomásia. Um amigo, vendo-o em tal estado exclamou: “Puxa, você parece uma caveira”. À tarde, na costumeira chopada do Bar Nacional, a turma homologou definitivamente o apelido: “Viva o K. Veirinha!” Nunca mais se deixou de chamá-lo por esse diminutivo ou de completar seu verdadeiro nome com ele: “o Álvaro K. Veirinha“.

Aos 80 anos, em 1976

Mais tarde, em 1976, meu tio Álvaro esteve no batizado de minha primeira filha. Ele deveria estar com seus 80 anos. Fiz esta foto e gostaria que os amigos comparassem as duas imagens, uma aos 50 e poucos anos, encontrada na internet,  e outra aos 80, para ver se há semelhanças que sugiram ser a mesma pessoa.

Alvaro de Oliveira, meu tio

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Escolas de Samba cariocas e quesitos de julgamento – LuDiasBH

Por LuDiasBH, 10 de fevereiro de 2010 4:01

Aqui, nas Minas Gerais, não temos tradição em escolas de samba. Nosso carnaval, de modo geral, é mais restrito aos blocos. Por isso, para entender os meandros do julgamento, que acontece no Sambódromo, durante os desfiles, recorri-me a um texto do Frederico (endereço citado abaixo do texto) e à Wikipédia, como fontes de pesquisa.

As escolas de samba, no Rio de Janeiro, trabalham, com esmero, para brilharem nos desfiles. Iniciam com os ensaios nos barracões e, posteriormente, com os chamados “ensaios técnicos”, para que possam cronometrar o desfile e fazer o posicionamento das alas.

A disputa entre as escolas de samba é acirrada. Elas são divididas, em quatro grupos:

  • Grupo Especial (onde estão as principais escolas)
  • Grupo A (grupo de acesso)
  • Grupo B
  • Grupo C

Atualmente, o desfile é feito em dois dias (sábado e domingo), porque houve um grande crescimento, no número de escolas.

A campeã é declarada, na quarta-feira, logo após a contagem dos votos dos jurados. Também, anuncia-se a escola que foi rebaixada do Grupo Especial para o Grupo A

No sábado seguinte, a campeã e as colocadas em segundo, terceiro e quarto lugares, e a primeira do Grupo A, voltam ao Sambódromo para o Desfile das Campeãs.

Dez quesitos são levados em conta, no julgamento das escolas de samba, de acordo com o estabelecido pelo regulamento oficial. São eles:

1- Bateria
2- Samba-Enredo
3- Harmonia
4- Evolução
5- Enredo
6- Conjunto
7- Alegorias e Adereços
8- Fantasias
9- Comissão de Frente
10-Mestre-Sala e Porta-Bandeira.

Os jurados são indicados pela LIESA (Liga Independente das Escolas de Samba do RJ), de cuja entidade trinta membros participam. E, logo após a escolha, eles passam por um curso de treinamento, ministrado pela liga das escolas.

Durante o desfile das escolas, os jurados devem permanecer incomunicáveis, dentro de suas cabines, espalhadas pela avenida. Não podem, nem mesmo, fazer uso de celulares. As notas só podem ser reveladas, após a apuração dos resultados. Cada nota deve ser justificada, por escrito.

Cada quesito é avaliado por quatro jurados. Portanto, ao todo, são 40 jurados.

Para quem gosta de acompanhar os desfiles das escolas, nada como saber um pouco, sobre como se processa o julgamento dessas:

Bateria – É o coração pulsante da escola. E, dentro dela, muitos quesitos são levados em conta, tais como ritmo, criatividade, capacidade de empolgar os foliões, etc. A criatividade e a versatilidade são fundamentais, assim como a sua cadência, que deve estar em perfeita sintonia com o samba-enredo da escola.

Embora conste, na bateria, um grande número de instrumentos, é o conjunto do som, emitido, por eles, que é avaliado.

A bateria não é julgada pela quantidade de participantes inclusos, nela.

Aquele recuo, que todas (ou quase todas) fazem, já tendo um espaço destinado a elas, assim como a parada, em frente ao local, onde se encontram os jurados, não são obrigatórios.

Samba-enredo – Leva-se, em conta, a letra e a melodia do samba.

A letra precisa estar em perfeita harmonia com o enredo, sem falar na riqueza dos versos. E, deve ser cantada por toda a escola, durante o desfile.

Na melodia, devem constar as característica rítmicas inerentes ao samba. Ela também deve ser capaz de ajudar os sambistas a fluírem com facilidade e leveza.

Problemas com o carro de som não tiram pontos da escola.

Harmonia – Leva em conta o entrosamento entre o ritmo da música, a bateria e o canto de quem interpreta o samba. Os participantes da escola têm a obrigação de cantar a música, junto com o puxador do samba. A alegria dos foliões é fundamental para a harmonia.

Evolução – É o quesito, que julga a empolgação e a agilidade dos foliões, durante a passagem da escola pela avenida. É importante, que as alas estejam bem definidas. A escola tem que estar compacta, ordenada e coesa no seu deslocamento, sem correrias ou retornos. A alegria dos foliões é fundamental.

Enredo – É a apresentação do tema desenvolvido pela escola, assim como a sintonia entre esse e as alas. As fantasias e alegorias devem estar de acordo com o enredo. Antes de entrar em cena, a escola apresenta um roteiro de disposição de suas alas, que deve ser rigorosamente seguido.

Fantasias – Devem estar de acordo com o enredo da escola, além de ostentarem beleza, originalidade e criatividade. Devem ajudar a contar a história proposta pela escola.

O material usado também é avaliado.

Alegorias e adereços – Assim como as fantasias, elas devem ajudar a desenvolver o tema da escola cantado em seu samba-enredo. Material usado, disposição das cores, e significados são importantes no julgamento. Objetos que não fazem parte do desfile (isopor, caixas, papelões, etc.) não podem estar à vista.

Comissão de frente – É responsável por saudar o público e apresentar a escola na avenida. Deve se exibir de forma coordenada e criativa. Quedas ou perdas de acessórios, durante o desfile, são levadas em conta pelos jurados.

Mestre-sala e porta-bandeira – É o casal mais importante da escola. Os dois devem se apresentar com harmonia, graça e leveza, apresentando movimentos clássicos da dança.

A porta-bandeira leva o símbolo mais importante de sua escola, conhecido como Pavilhão. Ao casal cabe a tarefa de apresentá-lo ao público.

Conjunto – É a harmonia, a uniformidade e o equilíbrio artístico da escola. É o corpo da escola, responsável pela definição de sua nota.

Escolas empatadas, em primeiro lugar, serão desempatadas por sorteios, que determinarão qual quesito terá a nota válida para o desempate.

Observação: Segundo a minha fonte de pesquisa, suas informações são relativas ao Carnaval de 2007. Como o Carnaval é dinâmico, se algumas mudanças aconteceram de lá para cá, é mais do que natural. Mas, o núcleo da disputa continua o mesmo.

Peço aos leitores, que tiverem conhecimento de algumas mudanças, repassem-nas, na parte de comentários, para que o nosso texto esteja completo em 2011.

Fonte de Pesquisa:

Frederico (http://flexus.wordpress.com/2009/02/24/carnaval-conheca-os-quesitos-para-avaliacao-das-escolas-de-samba/)

Wikipédia

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Desfile das Escolas de Samba – Rosalí Amaral

Por Rosalí Amaral, 10 de fevereiro de 2010 4:00

Grupo Especial

Conforme o Regulamento Específico dos Desfiles das Escolas de Samba do Grupo Especial para o Carnaval 2010, teremos:

- Os desfiles ocorrerão nos dias 14/02/2010 – DOMINGO com a participação de 6 escolas e 15/02/2010 – SEGUNDA-FEIRA com outras 6 escolas, à partir das 21:00 horas. O tempo de duração de cada escola de samba será no mínimo 65 minutos e no máximo 82 minutos.

- O desfile das campeãs, será composto pelas 6 primeiras colocadas do Grupo Especial à partir das 20 horas do sábado seguinte ao desfile.

- O corpo de julgadores será composto por 50 MEMBROS, sendo 05 para cada um dos quesitos.

- Além do que expôs muito bem, a Direção Artística do Desfile terá algumas comissões, que serão responsáveis por acompanhar as escolas de samba concorrentes, avaliando e propondo a aplicação de penalidades, se houverem. São elas:

  • Comissão de Concentração
  • Comissão de Cronometragem
  • Comissão de Dispersão
  • Comissão de Verificação das Obrigatoriedades Regulamentares.

As Escolas de Samba do Grupo Especial que desfilarão no sambódromo, versão 2010, serão:

DOMINGO, dia 14/02:

1ª) UNIÃO DA ILHA DO GOVERNADOR:
Enredo: “D. Quixote de la Mancha… O Cavaleiro dos Sonhos Impossíveis”.

2ª) IMPERATRIZ LEOPOLDINENSE:
Enredo: “Brasil de todos os Deuses”.

3ª) UNIDOS DA TIJUCA:
Enredo: “É Segredo”.

4ª) UNIDOS DO VIRADOURO:
Enredo: “México, o Paraíso das Cores, sob o Signo do Sol”.

5ª) ACADÊMICOS DO SALGUEIRO:
Enredo: “Histórias Sem Fim”.

6ª) BEIJA-FLOR DE NILÓPOLIS:
Enredo: “Brilhante ao sol do novo mundo, Brasília do sonho à realidade, a capital da esperança”.

SEGUNDA-FEIRA, dia 15/02:

1ª) MOCIDADE INDEPENDENTE DE PADRE MIGUEL:
Enredo: “Do Paraíso de Deus ao Paraíso da Loucura, cada um sabe o que procura”.

2ª) UNIDOS DO PORTO DA PEDRA:
Enredo: “Com que roupa… eu vou? Pro samba que você me convidou”.

3ª) PORTELA:
Enredo: “Derrubando fronteiras, conquistando liberdade… Rio de paz em estado de graça!”.

4ª) ACADÊMICOS DO GRANDE RIO:
Enredo: “Das Arquibancadas ao Camarote Nº1. Um ‘Grande Rio’ de Emoção na Apoteose do Seu Coração”.

5ª) UNIDOS DE VILA ISABEL:
Enredo: “Noel: A Presença do Poeta da Vila”.

6ª) ESTAÇÃO PRIMEIRA DE MANGUEIRA:
Enredo: “Mangueira é música do Brasil”.

  • O GRUPO DE ACESSO (LIESA), composto por 12 escolas de samba, desfilará no sábado, dia 13/02.
  • O GRUPO RIO DE JANEIRO 1 (AESCRJ), composto por 12 escolas de samba, desfilará na terça-feira, dia 16/02.
  • Já os GRUPOS RIO DE JANEIRO 2, 3 e 4 (AESCRJ),compostos por 14, 15 e 8 escolas, desfilarão no domingo, segunda e terça-feira respectivamente, na ESTRADA INTENDENTE MAGALHÃES-CAMPINHO.
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Marchinhas de Carnaval – Beth Carvalho

Por Ana Lucia Timotheo da Costa, 7 de fevereiro de 2010 7:11

Sugestão de Ana Lucia Timotheo da Costa

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Carmen Miranda, a cantora rainha do carnaval na década de 30 – Terezinha Pereira

comentários Comentários desativados
Por Paulo Afonso, 6 de fevereiro de 2010 18:10

Carmen Miranda, com sua imagem estilizada de baiana, roupas e turbantes coloridos, frutas tropicais na cabeça, pulseiras e outros balangandãs e sapatos de plataformas para compensar seus 1,53m deixou sua marca registrada no carnaval brasileiro. Cantora e atriz exótica, foi a primeira artista brasileira (nascida em Portugal, criada no Brasil), a fazer sucesso no cinema estrangeiro, em especial nos musicais de Hollywood.

Nos anos 30, Carmen gravou e fez sucesso no rádio com diversas marchinhas. “Mamãe eu quero”, de Vicente de Paiva e Jararaca, segundo Ruy Castro, é a terceira canção brasileira mais conhecida no mundo, só perde para Aquarela do Brasil e Garota de Ipanema. (Mamãe eu quero foi gravada por Jararaca em 1936 e por Carmen Miranda para o carnaval de 1937. Ruy Castro conta na biografia que escreveu de Carmen Miranda que ela gravou 281 músicas, quantidade ainda não contabilizada por outra cantora brasileira.

Antes disso, a “pequena notável” já havia conquistado os ouvintes do Brasil com outros sucessos: “Iaiá, ioiô, de Josué de Barros, 1929, “Ta-hi”, de Joubert de Carvalho, que também foi conhecida como “Pra você gostar de mim”, gravação de 1930. Depois vieram “Duvi-d-o-dó”, de Benedito Lacerda e João Barcellos (1936), “Cantoras do rádio”, marchinha de Alberto Ribeiro e João de Barro (1936), “No tabuleiro da baiana”, batuque de Ary Barroso (1936); “Camisa listada”, samba-choro de Assis Valente (1937), “O que é que a baiana tem?, samba típico baiano de Dorival Caymmi (1938). Não vou citar outros títulos. Melhor o leitor ver alguns vídeos famosos, partes de documentários e matérias que foram gravadas na época em que Carmen Miranda fez sucesso no Brasil, Estados Unidos e no mundo com seus filmes, suas músicas e seu carisma.

Melhor do que ficar lendo sobre nomes de marchinhas (que tendo ou não sido compostas para o carnaval, acabaram sendo cantadas em muitos carnavais), sambas e de filmes em que Carmen Miranda, atuou será ver um documentário(partes 1 e 2) e fragmentos de gravações de algumas de suas apresentações que foram preservadas:

introdução e links para o artigo acima

Carmen Miranda _ documentário, 1969 – Diretor: Jorge Ileli

Cenas de sua vida e de seus filmes, mostrando seus números musicais de maior sucesso e de seu funeral, em agosto de 1955.

parte 1:

parte 2:

Embaixatriz do samba ( Cenas do documentário sobre Carmen Miranda, produzido na déc.90 pela TV-Cultura de São Paulo.

– parte 1:

- parte 2:

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