Como se acende uma pira
Lá no alto o céu por perto,
Enquanto cá embaixo as moringas,
Amenizam a sede do deserto?
Como se aquieta uma lava
Que do vulcão já desperta,
Enquanto cá embaixo uma trava
Permeia o gosto da palavra?
Qual sofrimento, que dose
Espreita as cascas da lagarta,
Enquanto a borboleta salta
Nas asas da metamorfose?
Qual chuva molharia a lua
Com suas comportas abertas,
Enquanto inundasse a rua
Por onde dormem os poetas?
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1 de dezembro de 2008 at 20:25
Nina e Vera
Este é o tipo de poema que nos leva a imaginar, simplesmente lindo.
Beijos
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1 de dezembro de 2008 at 21:43
Queridas Nina e Vera
” Sonhar com anjo, é borboleta ”
Abraços
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2 de dezembro de 2008 at 18:49
Nina,
Muito interessantes estes seus questionamentos. Há que se refletir. Beijo. Ana
[Resposta]
3 de dezembro de 2008 at 14:25
Maria, Mário e Ana Lucia,
Vamos sonhar!
Abraços poéticos e beijos.
Nina.
[Resposta]