Meu amado, meu amigo, meu irmão:
convido você a viver comigo
uma velhice cheia de ternura.
Uma caminhada juntos até o fim,
onde nos convidemos a ver uma flor,
a admirar a magnitude de uma estrela
e a sentir o brilho da lua.
Uma jornada de dias amenos
e noites calorosas,
onde nos aqueçamos do frio
e nos preparemos para cada amanhecer.
Uma vivência de ternas e suaves palavras,
de delicados agrados e adivinhações,
de olhares cúmplices diante do inusitado
e solidários diante dos sofrimentos.
Meu amado, meu amigo, meu irmão:
convido você a viver
esta outra metade da vida
com infinita ternura.
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24 de novembro de 2008 at 1:29
Hila Flávia
Que você encontre este amado, amigo, irmão e que com ele possa viver seu lindo poema integralmente.
Um abraço
Haydée
[Resposta]
24 de novembro de 2008 at 13:37
Eu moro com ele há quase 50 anos, Haydée. O convite foi uma reafirmação do convite feito décadas atrás. O bom de tudo é que ele aceitou.
[Resposta]
24 de novembro de 2008 at 13:50
@Hila Flávia:
Hila
Que poema mais doce, mais terno, mais delicado.
E ai dele se não aceitasse!
Ninguém joga um tesouro fora.
Dê um beijo nele por mim.
Abraços,
lu
[Resposta]