Deixe que eu repouse minha pobre cabeça
Tão pobre e tão pesada
De pensamentos velhos e cansados.
Deixe que eu lave meus olhos
No sangue quente e forte de minhas feridas.
Espere que eu me dispa
De antigas dores e rancores.
Leve-me, depois, com cuidado e com carinho,
À morada do teu desejo,
Para que eu descanse um breve instante
A sombra fresca de tua jovem alma
E escute
O alegre cantar do teu bem-te-vi.
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29 de novembro de 2008 at 10:21
Querida Sonia
“Esta fantasia
é um delírio
tão real,
que mora
ao seu lado”
Abraços.
[Resposta]
29 de novembro de 2008 at 10:27
Soninha,
Todos merecem uma chance destas. Parabéns! Beijo. Ana
[Resposta]
29 de novembro de 2008 at 10:35
Amigos leitores de meus devaneios
Obrigada pela sua atenção.
Beijos Sonia Quartin
[Resposta]
29 de novembro de 2008 at 14:28
@Sonia Quartin:
Sônia
Gosto deste tipo de poesia, onde as marcas humanas são expostas, onde as palavras são carregadas de desejos.
O seu poema está maravilhoso.
Parabéns!
lu
[Resposta]
29 de novembro de 2008 at 22:03
SONIA
Ainda vou hoje mesmo vou pedir para a Cidinha Dix declamar essa poesia para mim.
O romantismo é a coisa mais linda do mundo.
Obrigado pelo seu texto poético.
[Resposta]