Domingo de sol e de preguiça,
Domingo tão querido
E esperado.
Espremido
Entre um sábado perfeito,
E uma Segunda-feira
De besteira.
Domingo sem jeito,
Estreito e sem função.
Domingo que nasceu
Do descanso do Senhor.
Domingo manso de calor.
O que fazer,
Numa tarde de domingo,
Quando no domingo
Não há o que fazer?
Há! Esses domingos de lazer!
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30 de novembro de 2008 at 19:57
Sonia
Quanta criatividade por fazer um poema, tendo por tema o domingo.
Também o acho um dia improdutivo e triste.
Prefiro o sábado.
Seu poema ficou muito bom.
Abraços,
lu
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30 de novembro de 2008 at 20:53
Querida Sonia
Tai uma bela indagação.
Pra que serve o domingo,
se o sábado é muito melhor ?
” Prá mim a sexta é ótima ”
Abraços
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30 de novembro de 2008 at 21:31
Sonia,
Bem lembrado esse dia tão esperado e tão preguiçoso. Eu sempre gostei da sexta e do sábado. Ah, como o domingo é mole e triste na maioria das vezes!
Beijo!
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1 de dezembro de 2008 at 0:02
Soninha,
Eu fico com a sexta-feira. Acho-a perfeita. Domingo é sempre dia preguiçoso - há uma espécie de ‘mornidão’ no ar. Beijo. Ana
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1 de dezembro de 2008 at 16:55
Queridos Amigos Lu, Mario, Ana, Jovimari
Fico sempre grata a todos por lerem essas bobagens que escrevo.
Domingo eu escrevi tem muito tempo. Mas acho que expressa muito bem um sentimento universal sobre esse dia; Quase ningém gosta de domingo, será porque? Confesso que eu também! (rsrs)
Beijos Sonia Quartin
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3 de dezembro de 2008 at 23:38
Pois eu gosto do domingo. Vou à missa das dez, volto para casa, almoço com a família na maior calma, jogando conversa fora. Depois costumo pegar uma matinê com o companheiro, arrumo um lanche, e, normalmente, para terminar um dia sem pressa alguma, gosto da programação da TVCultura, que tem um Café Filosófico de primeira. Vejo a Rede Vida e quando o sono chega, embarco nos braços do Morfeu para uma segunda feira de recomeço. Também gosto muito da segunda feira, que chega a casa e as coisas no lugar em que vão ficar até o domingo próximo chegar. Quando tem futebol bom no domingo, acho bom demais também. Fico falando dos dias, mas já estou numa etapa da existência em que todos os dias são muito benvindos e bem vividos. É como disse o Saramago: Tempo chega em que não podemos fazer nada com pressa, mas também não temos mais tempo de perder tempo. É isto aí.
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4 de dezembro de 2008 at 11:56
Sonia Quartin,
O Domingo é mesmo assim como você o descreve, nessa poesia simples que bem revela o seu talento de poetisa. Gostei muito. Parabéns.
Abraço
Paulo Valença.
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