Então é NATAL! Natal de otimismo, e não de consumismo;
Então é NATAL! Natal de emoção, e não de corrupção;
Então é NATAL! Natal de um mito, e não de um conflito;
Então é NATAL! Natal da vitória, e não da discórdia;
Então é NATAL! Natal da felicidade, e não da contrariedade;
Então é NATAL! Natal de um tempo, e não de um tormento;
Então é NATAL! Natal de valorização, e não de persuasão;
Então é NATAL! Natal de glórias, e não de falsas memórias;
Então é NATAL! Natal da criação, e não da perdição;
Então é NATAL! Natal da paixão, e não da destruição;
Então é NATAL! Natal da solidariedade, e não da vaidade;
Então é NATAL! Natal de afinidades, e não de contrariedades;
Então é NATAL! Natal de alegrias, e não de folias vazias;
Então é NATAL! Natal de bondades, e não de perversidades;
Então é NATAL! Natal de paz, e não de destruição daquilo que se faz;
Então é NATAL! Natal do nascimento, e não do esquecimento;
Então é NATAL! Natal de merecer, e não de se engrandecer;
Então é NATAL! Natal do milagre, e não do massacre;
Então é NATAL! Natal da coragem, e não da miragem;
Então é NATAL! Natal do conserto, e não do tropeço;
Então é NATAL! Natal do amor, e não do rancor;
Então é NATAL! Natal de um menino ser, e não do poder;
Então é NATAL! Natal da justiça, e não da preguiça;
Então é NATAL! Natal de fantasias, e não de nostalgias;
Então é NATAL! Natal de uma flor, e não de uma dor;
Então é NATAL! Natal de uma nova esperança, e não de uma falsa festança;
Então é NATAL! Natal de harmonia, e não de agonia;
Então é NATAL! Natal da doação, e não da escravidão;
Então é NATAL! Natal da sobriedade, e não da inverdade;
Então é NATAL! E que esses nossos sonhos sempre vivos, são a esperança para um amanhã de justiça e paz cada vez mais próximos.
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4 de dezembro de 2008 at 12:04
Ailton Ferreira,
Em sua poesia “Então é Natal” você com talento bem descreve o verdadeiro sentido do Natal. Gostei. Parabéns, poeta!
Abraço
Paulo Valença.
[Resposta]
4 de dezembro de 2008 at 16:30
Ailton,
Seu poema culminou com ‘Então é NATAL! Natal de uma nova esperança, e não de uma falsa festança’. Assino embaixo. Um abraço. Ana
[Resposta]