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	<title>Alma Carioca - Literatura</title>
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	<description>Contos, Cronicas e Poesias em portugues</description>
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<itunes:subtitle>Contos, Crônicas e Poesias em português</itunes:subtitle>
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		<title>Poesias declamadas (32) José Nélson Dante (Resignação – Castro Nery)</title>
		<link>http://www.almacarioca.net/poesias-declamadas-32-jose-nelson-dante/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Jun 2010 07:49:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Nélson Dante</dc:creator>
				<category><![CDATA[José Nélson Dante]]></category>
		<category><![CDATA[Poesias declamadas]]></category>

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		<description><![CDATA[RESIGNAÇÃO CASTRO NERY Ninguém te ama, ninguém te amou, nem há de Amar-te, quando, enfim, à campa fores. Medita, coração, nesta verdade: Só não tem prantos quem não teve amores. Tu só tiveste, no desbotar das flores, Na lembrança do amor, felicidade. Quem teve na existência tão só dores, Tão só de dores pode ter [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>RESIGNAÇÃO</h2>
<h3>CASTRO NERY</h3>
<blockquote><p>Ninguém te ama, ninguém te amou, nem há de<br />
Amar-te, quando, enfim, à campa fores.<br />
Medita, coração, nesta verdade:<br />
Só não tem prantos quem não teve amores.</p>
<p>Tu só tiveste, no desbotar das flores,<br />
Na lembrança do amor, felicidade.<br />
Quem teve na existência tão só dores,<br />
Tão só de dores pode ter saudade.</p>
<p>Feliz de ti, que, junto aos bens terrenos,<br />
Tão só na terra viste carrascais<br />
E na taça do amor tão só venenos,</p>
<p>Porque, experiente agora, quando cais,<br />
Tens da esperança uma esperança menos<br />
E da saudade, uma saudade mais!</p></blockquote>

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	<itunes:summary>RESIGNAÇÃO
CASTRO NERY
Ninguém te ama, ninguém te amou, nem há de
Amar-te, quando, enfim, à campa fores.
Medita, coração, nesta verdade:
Só não tem prantos quem não teve amores.
Tu só tiveste, no desbotar das flores,
Na lembrança do amor, felicidade.
Quem teve na existência tão só dores,
Tão só de dores pode ter saudade.
Feliz de ti, que, junto aos bens terrenos,
Tão só na terra viste carrascais
E na taça do amor tão só venenos,
Porque, experiente agora, quando cais,
Tens da esperança uma esperança menos
E da saudade, uma saudade mais!

 
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<itunes:subtitle>RESIGNAÇÃO CASTRO NERY Ninguém te ama, ninguém te amou, nem há de Amar-te, quando, enfim, à campa fores. Medita, coração, nesta verdade: Só não tem prantos quem não teve amores. Tu só tiveste, no desbotar das flores, Na lembrança do [...]</itunes:subtitle>
	</item>
		<item>
		<title>Os Cariocas &#8211; Domingo azul</title>
		<link>http://www.almacarioca.net/os-cariocas-domingo-azul/</link>
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		<pubDate>Sun, 20 Jun 2010 14:30:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Afonso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rio Antigo]]></category>

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		<description><![CDATA[Rio Antigo Que voltem os domingos azuis&#8230; sb_id = "3954";]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Rio Antigo</h4>
<p><a href="http://www.almacarioca.net/wp-content/uploads/2009/05/eliane-post031.jpg"><img class="size-large wp-image-10581" title="eliane-post031" src="http://www.almacarioca.net/wp-content/uploads/2009/05/eliane-post031-500x331.jpg" alt="Pão de Açúcar" width="500" height="331" /></a></p>
<p>Que voltem os domingos azuis&#8230;</p>

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	<itunes:summary>Rio Antigo

Que voltem os domingos azuis…

 
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<itunes:subtitle>Rio Antigo Que voltem os domingos azuis… sb_id = &quot;3954&quot;;</itunes:subtitle>
	</item>
		<item>
		<title>Poesias declamadas (31) José Nélson Dante (Rosas – Ciro Costa)</title>
		<link>http://www.almacarioca.net/poesias-declamadas-31-jose-nelson-dante/</link>
		<comments>http://www.almacarioca.net/poesias-declamadas-31-jose-nelson-dante/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 20 Jun 2010 08:00:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Nélson Dante</dc:creator>
				<category><![CDATA[José Nélson Dante]]></category>
		<category><![CDATA[Poesias declamadas]]></category>

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		<description><![CDATA[ROSAS CIRO COSTA Beijo-te as lindas mãos com que me feres. As lindas mãos com que me feres, beijo. Entre os desejos meus eu só desejo ter a vaga ilusão de que me queres. E é só. E é tudo. Entanto, se puderes acolhe com um sorriso o meu cortejo. Já não me iludo ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>ROSAS</h2>
<h3>CIRO COSTA</h3>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">Beijo-te as lindas mãos com que me feres.<br />
As lindas mãos com que me feres, beijo.<br />
Entre os desejos meus eu só desejo<br />
ter a vaga ilusão de que me queres.</p>
<p style="text-align: justify;">E é só. E é tudo. Entanto, se puderes<br />
acolhe com um sorriso o meu cortejo.<br />
Já não me iludo ao ver-te qual te vejo<br />
uma mulher como as demais mulheres.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao teu jugo, ai de mim! estou sujeito.<br />
Se há goivos que vicejam no meu peito<br />
vivo contigo, amor, em pensamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Toda mulher é rosa &#8211; aroma e espinho.<br />
Todo homem é um farrapo solto ao vento<br />
mas, ai dele! sem rosas no caminho . . .</p>
</blockquote>

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	<itunes:summary>ROSAS
CIRO COSTA

Beijo-te as lindas mãos com que me feres.
As lindas mãos com que me feres, beijo.
Entre os desejos meus eu só desejo
ter a vaga ilusão de que me queres.
E é só. E é tudo. Entanto, se puderes
acolhe com um sorriso o meu cortejo.
Já não me iludo ao ver-te qual te vejo
uma mulher como as demais mulheres.
Ao teu jugo, ai de mim! estou sujeito.
Se há goivos que vicejam no meu peito
vivo contigo, amor, em pensamento.
Toda mulher é rosa – aroma e espinho.
Todo homem é um farrapo solto ao vento
mas, ai dele! sem rosas no caminho . . .


 
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<itunes:subtitle>ROSAS CIRO COSTA Beijo-te as lindas mãos com que me feres. As lindas mãos com que me feres, beijo. Entre os desejos meus eu só desejo ter a vaga ilusão de que me queres. E é só. E é tudo. Entanto, se puderes acolhe com um sorriso o meu [...]</itunes:subtitle>
	</item>
		<item>
		<title>Poesias declamadas (30) José Nélson Dante (Mal Secreto – Raimundo Correia)</title>
		<link>http://www.almacarioca.net/poesias-declamadas-30-jose-nelson-dante/</link>
		<comments>http://www.almacarioca.net/poesias-declamadas-30-jose-nelson-dante/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 Jun 2010 10:20:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Nélson Dante</dc:creator>
				<category><![CDATA[José Nélson Dante]]></category>
		<category><![CDATA[Poesias declamadas]]></category>
		<category><![CDATA[Raimundo Correa]]></category>

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		<description><![CDATA[MAL SECRETO RAIMUNDO CORREIA Se a cólera que espuma, a dor que mora N’alma, e destrói cada ilusão que nasce, Tudo o que punge, tudo o que devora O coração, no rosto se estampasse; Se se pudesse o espírito que chora Ver através da máscara da face, Quanta gente, talvez, que inveja agora Nos causa, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>MAL SECRETO</h2>
<h3>RAIMUNDO CORREIA</h3>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">Se a cólera que espuma, a dor que mora<br />
N’alma, e destrói cada ilusão que nasce,<br />
Tudo o que punge, tudo o que devora<br />
O coração, no rosto se estampasse;</p>
<p style="text-align: justify;">Se se pudesse o espírito que chora<br />
Ver através da máscara da face,<br />
Quanta gente, talvez, que inveja agora<br />
Nos causa, então piedade nos causasse!</p>
<p style="text-align: justify;">Quanta gente que ri, talvez, consigo<br />
Guarda um atroz, recôndito inimigo,<br />
Como invisível chaga cancerosa!</p>
<p style="text-align: justify;">Quanta gente que ri, talvez existe,<br />
Cuja a ventura única consiste<br />
Em parecer aos outros venturosa!</p>
</blockquote>

<p>Postado por GUTIERRITOS</p>
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	<itunes:summary>MAL SECRETO
RAIMUNDO CORREIA

Se a cólera que espuma, a dor que mora
N’alma, e destrói cada ilusão que nasce,
Tudo o que punge, tudo o que devora
O coração, no rosto se estampasse;
Se se pudesse o espírito que chora
Ver através da máscara da face,
Quanta gente, talvez, que inveja agora
Nos causa, então piedade nos causasse!
Quanta gente que ri, talvez, consigo
Guarda um atroz, recôndito inimigo,
Como invisível chaga cancerosa!
Quanta gente que ri, talvez existe,
Cuja a ventura única consiste
Em parecer aos outros venturosa!


Postado por GUTIERRITOS
 
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<itunes:subtitle>MAL SECRETO RAIMUNDO CORREIA Se a cólera que espuma, a dor que mora N’alma, e destrói cada ilusão que nasce, Tudo o que punge, tudo o que devora O coração, no rosto se estampasse; Se se pudesse o espírito que chora Ver através da máscara [...]</itunes:subtitle>
	</item>
		<item>
		<title>Poesias declamadas (29) José Nélson Dante (Canção da Santa – Heusner Grael Tablas)</title>
		<link>http://www.almacarioca.net/poesias-declamadas-29-jose-nelson-dante/</link>
		<comments>http://www.almacarioca.net/poesias-declamadas-29-jose-nelson-dante/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 06 Jun 2010 03:03:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Nélson Dante</dc:creator>
				<category><![CDATA[José Nélson Dante]]></category>
		<category><![CDATA[Poesias declamadas]]></category>

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		<description><![CDATA[CANÇÃO DA SANTA Autor: Heusner Grael Tablas Quero uma santa para o meu milagre! Não procuro dessas santas intocáveis de nascença. Quero uma santa pagã, Santa de nenhuma crença para eu mesmo batisar, dar-lhe a minha religião e eu mesmo erigir o altar. Quero uma santa para o meu milagre! Não quero santa apressada, milagre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>CANÇÃO DA SANTA</h2>
<h3>Autor: Heusner Grael Tablas</h3>
<p style="text-align: justify; padding-left: 60px;">Quero uma santa para o meu milagre!<br />
Não procuro dessas santas<br />
intocáveis de nascença.<br />
Quero uma santa pagã,<br />
Santa de nenhuma crença<br />
para eu mesmo batisar,<br />
dar-lhe a minha religião<br />
e eu mesmo erigir o altar.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 60px;">Quero uma santa para o meu milagre!<br />
Não quero santa apressada,<br />
milagre de sopetão..<br />
Procuro santa ajuizada,<br />
santa de muita paciência<br />
que vá tecendo o milagre<br />
dia a dia, e progredindo<br />
de acordo com a convivência.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 60px;">Mas também não quero santa<br />
que só reze, a tarde inteira.<br />
Pois eu sou um crente pobre,<br />
sem mordomo ou cozinheira;<br />
porisso eu quero uma santa<br />
que seja santa caseira,<br />
que no intervalo das preces<br />
entenda de frigideira.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 60px;">Quero uma santa que reze<br />
mas que ajude ao mesmo tempo.<br />
Que enquanto limpe o quintal<br />
vá desfiando o seu rosário<br />
e enquanto arrume a cozinha<br />
vá cumprindo o seu calvário.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 60px;">Quero uma santa para o meu milagre!<br />
Não quero santa antiquada,<br />
que possua corpanzil,<br />
que não güente o carnaval<br />
ou não tenha quadril.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 60px;">Só santa bem calibrada<br />
é que há de ter o meu dote:<br />
santa que adote o batom<br />
e que utilize o decote.<br />
Quero uma santa bem santa,<br />
Santa da cabeça ao pé<br />
que tenha um corpo de santa<br />
além de sua santa fé.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 60px;">O milagre há de vir quente<br />
- um resto ou rastro de santa<br />
que nasça naturalmente.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 60px;">E hei de tantas estrelas<br />
em minha santa encontrar<br />
que construirei, sem delongas,<br />
o meu céu particular<br />
para fazer concorrência<br />
a qualquer céu similar.</p>
<p><em>Postado por Gutierritos</em></p>
<p><em><br />
</em></p>
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	<itunes:summary>CANÇÃO DA SANTA
Autor: Heusner Grael Tablas
Quero uma santa para o meu milagre!
Não procuro dessas santas
intocáveis de nascença.
Quero uma santa pagã,
Santa de nenhuma crença
para eu mesmo batisar,
dar-lhe a minha religião
e eu mesmo erigir o altar.
Quero uma santa para o meu milagre!
Não quero santa apressada,
milagre de sopetão..
Procuro santa ajuizada,
santa de muita paciência
que vá tecendo o milagre
dia a dia, e progredindo
de acordo com a convivência.
Mas também não quero santa
que só reze, a tarde inteira.
Pois eu sou um crente pobre,
sem mordomo ou cozinheira;
porisso eu quero uma santa
que seja santa caseira,
que no intervalo das preces
entenda de frigideira.
Quero uma santa que reze
mas que ajude ao mesmo tempo.
Que enquanto limpe o quintal
vá desfiando o seu rosário
e enquanto arrume a cozinha
vá cumprindo o seu calvário.
Quero uma santa para o meu milagre!
Não quero santa antiquada,
que possua corpanzil,
que não güente o carnaval
ou não tenha quadril.
Só santa bem calibrada
é que há de ter o meu dote:
santa que adote o batom
e que utilize o decote.
Quero uma santa bem santa,
Santa da cabeça ao pé
que tenha um corpo de santa
além de sua santa fé.
O milagre há de vir quente
- um resto ou rastro de santa
que nasça naturalmente.
E hei de tantas estrelas
em minha santa encontrar
que construirei, sem delongas,
o meu céu particular
para fazer concorrência
a qualquer céu similar.
Postado por Gutierritos


 
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<itunes:subtitle>CANÇÃO DA SANTA Autor: Heusner Grael Tablas Quero uma santa para o meu milagre! Não procuro dessas santas intocáveis de nascença. Quero uma santa pagã, Santa de nenhuma crença para eu mesmo batisar, dar-lhe a minha religião e eu mesmo [...]</itunes:subtitle>
	</item>
		<item>
		<title>Poesias declamadas (28) José Nélson Dante (Renúncia – José Eduardo Mendes Camargo)</title>
		<link>http://www.almacarioca.net/poesias-declamadas-28-jose-nelson-dante/</link>
		<comments>http://www.almacarioca.net/poesias-declamadas-28-jose-nelson-dante/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 26 May 2010 22:40:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Nélson Dante</dc:creator>
				<category><![CDATA[José Nélson Dante]]></category>
		<category><![CDATA[Poesias declamadas]]></category>

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		<description><![CDATA[RENÚNCIA José Eduardo Mendes Camargo Não mais te quero em meus pensamentos por mais lindos que sejam. Não mais farei poesias retratando emoções e desejos que transbordam os limites do meu ser. Não mais me levantarei de madrugada em busca frenética de um lápis que seja o transmissor dessas minhas emoções e um papel que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>RENÚNCIA</h2>
<h3>José Eduardo Mendes Camargo</h3>
<p style="text-align: justify; padding-left: 60px;">Não mais te quero em meus pensamentos<br />
por mais lindos que sejam.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 60px;">Não mais farei poesias retratando emoções e desejos<br />
que transbordam os limites<br />
do meu ser.<br />
Não mais me levantarei de madrugada<br />
em busca frenética de um lápis<br />
que seja o transmissor<br />
dessas minhas emoções<br />
e um papel que seja<br />
dele seu confidente.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 60px;">Não mais te ligarei<br />
com o coração sobressaltado de emoção<br />
para te dizer que te desejo<br />
e te amo.<br />
Não mais te quero presente<br />
em meus sonhos<br />
em meu caminho<br />
em minha vida.<br />
Ah! Mas tu já te instalaste<br />
no meu coração<br />
e vives em minh’alma<br />
consumindo o meu ser,<br />
Encantando meu mundo.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 60px;">
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.almacarioca.net/wp-content/uploads/2010/05/renuncia.mp3">Renúncia</a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"></p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 60px;">
<p>Postado por Gutierritos</p>
<p style="text-align: justify;">Observação: o autor é um notável poeta dois-correguense, que idealizou e criou o Instituto Usina dos Sonhos, um extraordinário projeto que foi reconhecido pela UNESCO (órgão das Nações Unidas para o Desenvolvimento da Cultura).</p>
<p>Para conhecer melhor o <strong>Instituto Usina dos Sonhos</strong> basta acessar:</p>
<p><a href="http://www.usinadesonhos.org.br/" target="_blank">http://www.usinadesonhos.org.br/</a></p>
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	<itunes:summary>RENÚNCIA
José Eduardo Mendes Camargo
Não mais te quero em meus pensamentos
por mais lindos que sejam.
Não mais farei poesias retratando emoções e desejos
que transbordam os limites
do meu ser.
Não mais me levantarei de madrugada
em busca frenética de um lápis
que seja o transmissor
dessas minhas emoções
e um papel que seja
dele seu confidente.
Não mais te ligarei
com o coração sobressaltado de emoção
para te dizer que te desejo
e te amo.
Não mais te quero presente
em meus sonhos
em meu caminho
em minha vida.
Ah! Mas tu já te instalaste
no meu coração
e vives em minh’alma
consumindo o meu ser,
Encantando meu mundo.

Renúncia



Postado por Gutierritos
Observação: o autor é um notável poeta dois-correguense, que idealizou e criou o Instituto Usina dos Sonhos, um extraordinário projeto que foi reconhecido pela UNESCO (órgão das Nações Unidas para o Desenvolvimento da Cultura).
Para conhecer melhor o Instituto Usina dos Sonhos basta acessar:
http://www.usinadesonhos.org.br/
 
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<itunes:subtitle>RENÚNCIA José Eduardo Mendes Camargo Não mais te quero em meus pensamentos por mais lindos que sejam. Não mais farei poesias retratando emoções e desejos que transbordam os limites do meu ser. Não mais me levantarei de madrugada em busca [...]</itunes:subtitle>
	</item>
		<item>
		<title>Poesias declamadas (27) José Nélson Dante (O Último Fantasma – Castro Alves)</title>
		<link>http://www.almacarioca.net/poesias-declamadas-27-jose-nelson-dante/</link>
		<comments>http://www.almacarioca.net/poesias-declamadas-27-jose-nelson-dante/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 25 Apr 2010 19:39:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Nélson Dante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Castro Alves]]></category>
		<category><![CDATA[José Nélson Dante]]></category>
		<category><![CDATA[Poesias declamadas]]></category>

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		<description><![CDATA[O ÚLTIMO FANTASMA Autor: CASTRO ALVES Quem és tu, quem és tu, vulto gracioso, Que te elevas da noite na orvalhada? Tens a face nas sombras mergulhada&#8230; Sobre as névoas te libras vaporoso&#8230; Baixas do céu num vôo harmonioso! &#8230; Quem és tu, bela e branca desposada? Da laranjeira em flor a flor nevada Cerca-te [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>O ÚLTIMO FANTASMA</h2>
<h3>Autor: CASTRO ALVES</h3>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;">Quem és tu, quem és tu, vulto gracioso,<br />
Que te elevas da noite na orvalhada?<br />
Tens a face nas sombras mergulhada&#8230;<br />
Sobre as névoas te libras vaporoso&#8230;</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;">Baixas do céu num vôo harmonioso! &#8230;<br />
Quem és tu, bela e branca desposada?<br />
Da laranjeira em flor a flor nevada<br />
Cerca-te a fronte, ó ser misterioso! &#8230;</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;">Onde nos vimos nós? &#8230; És doutra esfera?<br />
És o ser que eu busquei do sul ao norte&#8230;<br />
Por quem meu peito em sonhos desespera? &#8230;</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;">Quem és tu? Quem és tu? — És minha sorte!<br />
És talvez o ideal que est&#8217;alma espera!<br />
És a glória talvez! Talvez a morte! &#8230;</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;">

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	<itunes:summary>O ÚLTIMO FANTASMA
Autor: CASTRO ALVES
Quem és tu, quem és tu, vulto gracioso,
Que te elevas da noite na orvalhada?
Tens a face nas sombras mergulhada…
Sobre as névoas te libras vaporoso…
Baixas do céu num vôo harmonioso! …
Quem és tu, bela e branca desposada?
Da laranjeira em flor a flor nevada
Cerca-te a fronte, ó ser misterioso! …
Onde nos vimos nós? … És doutra esfera?
És o ser que eu busquei do sul ao norte…
Por quem meu peito em sonhos desespera? …
Quem és tu? Quem és tu? — És minha sorte!
És talvez o ideal que est’alma espera!
És a glória talvez! Talvez a morte! …


 
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<itunes:subtitle>O ÚLTIMO FANTASMA Autor: CASTRO ALVES Quem és tu, quem és tu, vulto gracioso, Que te elevas da noite na orvalhada? Tens a face nas sombras mergulhada… Sobre as névoas te libras vaporoso… Baixas do céu num vôo harmonioso! … Quem és tu, [...]</itunes:subtitle>
	</item>
		<item>
		<title>Poesias declamadas (26) José Nélson Dante (Soneto – José Albano)</title>
		<link>http://www.almacarioca.net/poesias-declamadas-26-jose-nelson-dante/</link>
		<comments>http://www.almacarioca.net/poesias-declamadas-26-jose-nelson-dante/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 09:43:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Nélson Dante</dc:creator>
				<category><![CDATA[José Nélson Dante]]></category>
		<category><![CDATA[Poesias declamadas]]></category>

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		<description><![CDATA[SONETO JOSÉ ALBANO Poeta fui e do áspero destino Senti bem cedo a mão pesada e dura. Conheci mais tristeza que ventura E sempre andei errante e peregrino. Vivi sujeito ao doce desatino Que tanto engana, mas tão pouco dura; E ainda choro o rigor da sorte escura, Se nas dores passadas imagino. Porém, como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>SONETO</h3>
<h3>JOSÉ ALBANO</h3>
<p style="text-align: justify; padding-left: 60px;">Poeta fui e do áspero destino<br />
Senti bem cedo a mão pesada e dura.<br />
Conheci mais tristeza que ventura<br />
E sempre andei errante e peregrino.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 60px;">Vivi sujeito ao doce desatino<br />
Que tanto engana, mas tão pouco dura;<br />
E ainda choro o rigor da sorte escura,<br />
Se nas dores passadas imagino.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 60px;">Porém, como me agora vejo isento<br />
Dos sonhos que sonhava noite e dia,<br />
E só com saudades me atormento;</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 60px;">Entendo que não tive outra alegria<br />
Nem nunca outro qualquer contentamento<br />
Senão de ter cantado o que sofria.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 60px;">
<p style="text-align: justify; padding-left: 60px;">
<p style="text-align: justify;"></p>
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	<itunes:summary>SONETO
JOSÉ ALBANO
Poeta fui e do áspero destino
Senti bem cedo a mão pesada e dura.
Conheci mais tristeza que ventura
E sempre andei errante e peregrino.
Vivi sujeito ao doce desatino
Que tanto engana, mas tão pouco dura;
E ainda choro o rigor da sorte escura,
Se nas dores passadas imagino.
Porém, como me agora vejo isento
Dos sonhos que sonhava noite e dia,
E só com saudades me atormento;
Entendo que não tive outra alegria
Nem nunca outro qualquer contentamento
Senão de ter cantado o que sofria.



 
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<itunes:subtitle>SONETO JOSÉ ALBANO Poeta fui e do áspero destino Senti bem cedo a mão pesada e dura. Conheci mais tristeza que ventura E sempre andei errante e peregrino. Vivi sujeito ao doce desatino Que tanto engana, mas tão pouco dura; E ainda choro o rigor [...]</itunes:subtitle>
	</item>
		<item>
		<title>Poesias declamadas (25) José Nélson Dante (Vandalismo – Augusto dos Anjos)</title>
		<link>http://www.almacarioca.net/poesias-declamadas-25-jose-nelson-dante/</link>
		<comments>http://www.almacarioca.net/poesias-declamadas-25-jose-nelson-dante/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 03 Apr 2010 18:57:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Nélson Dante</dc:creator>
				<category><![CDATA[José Nélson Dante]]></category>
		<category><![CDATA[Poesias declamadas]]></category>

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		<description><![CDATA[VANDALISMO AUGUSTO DOS ANJOS Meu coração tem catedrais imensas, Templos de priscas e longínquas datas, Onde um nume de amor, em serenatas, Canta a aleluia virginal das crenças. Na ogiva fúlgida e nas colunatas Vertem lustrais irradiações intensas Cintilações de lâmpadas suspensas E as ametistas e os florões e as pratas. Com os velhos Templários [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>VANDALISMO</h3>
<h3>AUGUSTO DOS ANJOS</h3>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;">Meu coração tem catedrais imensas,<br />
Templos de priscas e longínquas datas,<br />
Onde um nume de amor, em serenatas,<br />
Canta a aleluia virginal das crenças.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;">Na ogiva fúlgida e nas colunatas<br />
Vertem lustrais irradiações intensas<br />
Cintilações de lâmpadas suspensas<br />
E as ametistas e os florões e as pratas.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;">Com os velhos Templários medievais<br />
Entrei um dia nessas catedrais<br />
E nesses templos claros e risonhos.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;">E erguendo os gládios e brandindo as hastas,<br />
No desespero dos iconoclastas<br />
Quebrei a imagem dos meus próprios sonhos!</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;">
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;">
<p style="text-align: justify;"></p>
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	<itunes:summary>VANDALISMO
AUGUSTO DOS ANJOS
Meu coração tem catedrais imensas,
Templos de priscas e longínquas datas,
Onde um nume de amor, em serenatas,
Canta a aleluia virginal das crenças.
Na ogiva fúlgida e nas colunatas
Vertem lustrais irradiações intensas
Cintilações de lâmpadas suspensas
E as ametistas e os florões e as pratas.
Com os velhos Templários medievais
Entrei um dia nessas catedrais
E nesses templos claros e risonhos.
E erguendo os gládios e brandindo as hastas,
No desespero dos iconoclastas
Quebrei a imagem dos meus próprios sonhos!



 
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<itunes:subtitle>VANDALISMO AUGUSTO DOS ANJOS Meu coração tem catedrais imensas, Templos de priscas e longínquas datas, Onde um nume de amor, em serenatas, Canta a aleluia virginal das crenças. Na ogiva fúlgida e nas colunatas Vertem lustrais irradiações [...]</itunes:subtitle>
	</item>
		<item>
		<title>Poesias declamadas (24) José Nélson Dante (Maldição – Olavo Bilac)</title>
		<link>http://www.almacarioca.net/poesias-declamadas-24-jose-nelson-dante/</link>
		<comments>http://www.almacarioca.net/poesias-declamadas-24-jose-nelson-dante/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 00:10:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Nélson Dante</dc:creator>
				<category><![CDATA[José Nélson Dante]]></category>
		<category><![CDATA[Olavo Bilac]]></category>
		<category><![CDATA[Poesias declamadas]]></category>

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		<description><![CDATA[MALDIÇÃO OLAVO BILAC Se por vinte anos, nesta furna escura, Deixei dormir a minha maldição, Hoje, velha e cansada de amargura, Minha alma se abrirá como um vulcão. E, em torrentes de cólera e loucura, Sobre a tua cabeça ferverão Vinte anos de silêncio e de tortura, Vinte anos de agonia e solidão&#8230; Maldita sejas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">MALDIÇÃO</h2>
<h3 style="text-align: justify;">OLAVO BILAC</h3>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;">Se por vinte anos, nesta furna escura,<br />
Deixei dormir a minha maldição,<br />
Hoje, velha e cansada de amargura,<br />
Minha alma se abrirá como um vulcão.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;">E, em torrentes de cólera e loucura,<br />
Sobre a tua cabeça ferverão<br />
Vinte anos de silêncio e de tortura,<br />
Vinte anos de agonia e solidão&#8230;</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;">Maldita sejas pelo ideal perdido!<br />
Pelo mal que fizeste sem querer!<br />
Pelo amor que morreu sem ter nascido!</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;">Pelas horas vividas sem prazer!<br />
Pela tristeza do que eu tenho sido!<br />
Pelo esplendor do que eu deixei de ser!&#8230;</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;">
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;"></p>
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	</a>]]></content:encoded>
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	<itunes:summary>MALDIÇÃO
OLAVO BILAC
Se por vinte anos, nesta furna escura,
Deixei dormir a minha maldição,
Hoje, velha e cansada de amargura,
Minha alma se abrirá como um vulcão.
E, em torrentes de cólera e loucura,
Sobre a tua cabeça ferverão
Vinte anos de silêncio e de tortura,
Vinte anos de agonia e solidão…
Maldita sejas pelo ideal perdido!
Pelo mal que fizeste sem querer!
Pelo amor que morreu sem ter nascido!
Pelas horas vividas sem prazer!
Pela tristeza do que eu tenho sido!
Pelo esplendor do que eu deixei de ser!…


 
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	</itunes:summary>
<itunes:subtitle>MALDIÇÃO OLAVO BILAC Se por vinte anos, nesta furna escura, Deixei dormir a minha maldição, Hoje, velha e cansada de amargura, Minha alma se abrirá como um vulcão. E, em torrentes de cólera e loucura, Sobre a tua cabeça ferverão Vinte anos [...]</itunes:subtitle>
	</item>
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