Gato notívago – Ana Lucia Timotheo da Costa
Que saco
este gato
jogando
bolinhas
de gude
por todo
assoalho
do piso
de cima!
De dia ele
dorme
eu ralo
trabalho
abrindo cabeças
com do/does e did.
Seu dono não vejo
sai o dia todo
e deixa o coitado
trancafiado.
Se pudesse
eu entrava
calada e
soltava
o bichano
da noite.
Já pensaram que
súcia e astúcia
o pobre faria?
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Ah, Aninha…pensa bem, não solta ele não…penso que não saberia se defender deste mundo cão, hehehehe
Lindo, lindo!!
Aninha
Todos aqui no blog já conhecem os meus lindos:
Deco José
Jade Maria e
Prince Antônio (não é filho do MJ)
Portanto esta sua poesia está linda.
Mas, concordo com a Nina.
Beijos,
lu
Analu,
Belo poema.
E…….. O que você fez com o gato?
Beijos,
TT
Lá vem mais uma para fazer juz ao nome deste blog: BALAIO DE GATOS.
Ninha,
Eu não estou nem doida! Seria molecagem com o bichano… Bjo. Ana
Lu querida,
Aposto que os seus são mais calmos e não tiram o sono de ninguém. Bjo. Ana
TT,
Nada. Tenho que abstrair ou entrar no jogo de bola de gude – ‘marraio feridô sou rei! Bjo. Ana
Hila querida,
É isto aí. Eta balaio bão, sô! Bjo. Ana
ANA LÚCIA
Muito boa tua poesia, com uma cadência, para declamar, mesmo lendo.
Que gato infeliz, entretanto, tão preso, o coitado.
Se pudesse, iria aí e o soltaria sim, para vagabundear pelo mundo, conhecendo o amor, mesmo com risco de vida.
O nosso gato, o Chinho, todo negro e elegante, escolheu a Cidinha para a sua dona.
Só vem para casa para comer.
Chega miando, aquele miado que dá uma pena enorme, chorado, querendo emocionar.
É um tremendo cara de pau, pois gosta muito de ficar, o danado, no colo da Cidinha.
Depois sai para o mundo.
Já o vimos na caça da gata do vizinho, correndo por cima do muro, parecendo que estava brigando, mas o danado sumia e a gata também.
Depois de alguns dias, volta a miar, querendo comer.
Ana, solte o gato, mesmo que for escondido.