O fim do Kodachrome

Por Timoneiro, 23 de junho de 2009 7:49

Crônica da madrugada

kodachrome

Após 74 anos de história, o filme Kodachrome, utilizado para slides (transparências ou diapositivos), deixará de ser fabricado.

A fotografia digital, até pouco tempo olhada com desconfiança pelos fotógrafos experientes, ganhou a simpatia e preferência de amadores e profissionais. O aumento na resolução, com a consequente qualidade de imagem, e os preços cada vez menores, foram os responsáveis pela grande aceitação.

Nos primórdios da fotografia digital a câmera Mavika, lançada pela Sony, atraiu a atenção dos consumidores. As imagens, em baixa resolução, eram gravadas em disquetes. De lá para cá muita coisa mudou. Os preços caíram e a qualidade das imagens aumentou consideravelmente. Fotógrafos amadores utilizam câmeras compactas, bem baratas, com resolução acima de 8 megapixels.

As câmeras analógicas foram perdendo espaço. Todos queriam ver o resultado na hora, sem necessidade de revelar filmes, e com custo zero. A câmera digital atendia a tudo isso, além de estar presente na maioria dos telefones celulares.

E o filme, após resistir bravamente, se aposenta para entrar na história.

 

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3 comentários para “O fim do Kodachrome”

  1. Terezinha disse:

    Carmélia,

    Quequé isso? Taí no Alma contando nossos segredos, mostrando a alma daqui do Pará? Assim todo mundo vai aprender como se fala em mineirês!
    Adorei seu texto!
    Beijos,
    TT

    Carmélia Cândida respondeu:

    Pois é, Terezinha! Vamos compartilhar nosso mineirês!
    Obrigada pela leitura e comentário!
    Um abraço!

  2. Hila Flávia disse:

    Cês duas misturaram as marchas.

    

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