Ficou a saudade
Guardada no peito…
Seu cheiro na pele,
E o gosto do beijo.
Guardado no peito,
Ficou o desejo
De estar com você
Por mais uma vez.
Ficou o talvez,
O quem sabe um dia,
Quem sabe… Quem sabe..
No meu telefone.
Ficou a saudade
No peito, guardada.
Do gosto, do cheiro,
Só ela ficou.
Do susto, que veio
Do encontro informal,
Do beijo, do encanto…
Do gesto banal.
Coração batendo
Tão forte, tão forte!
Batendo no peito.
A pele suada…
O peso do corpo…
A boca molhada…
Você me sorrindo
Depois do desejo,
E o sono pesado
De amor satisfeito.
De sua lembrança,
Só isso ficou.
Guardado no peito.
Imprimir












9 de novembro de 2008 at 10:50
Esses encontros e desencontros diários em que tentamos intuir o que vai na cabeça do outro e que muitas vezes não é nada daquilo.
Eles apenas falam uma língua diferente e na maioria das vezes também nos amam e desejam - à sua moda -
Lindo texto, como sempre os teus o são.
Bjs
Haydée
[Resposta]
9 de novembro de 2008 at 10:55
Querida Sonia
” foi-se, mas marcou para sempre ”
Abraços
[Resposta]
9 de novembro de 2008 at 15:15
PREZADA SÔNIA
Lindo texto.
Digno de figurar entre os melhores.
Parabéns.
Um abraço.
[Resposta]
10 de novembro de 2008 at 23:40
Sonia,
Lindo poema. Eu já tive muito este tipo de saudade de pessoas que passaram pela minha vida e se foram. Mas que deixaram marcas.Um beijo. Ana
[Resposta]