Patinho Feio – Maria Fernanda

Por Maria Fernanda Melgaço Almeida, 19 de abril de 2009 7:46

E foi assim que terminei a história “O patinho feio”, que minha professora passou em forma de poema:

[.........]

E andando pela estrada,
logo viu uma lagoa.
Chegou bem pertinho
e viu uma patada boa.

Quando achou que estava bem
precisou fugir de novo.
Um estranho se aproximou
e ele se assustou.

Correu…correu… correu…
Até não se agüentar
E voando pelo caminho,
não queria mais se assustar.

O tempo vai mudando,
gotinhas vão pingando
E o coitado, solitário,
depressa vai voando.

Depois de muito voo
ele foi se transformando.
Achou uma lagoa e à
nova vida foi chegando.

Decidiu se refrescar
e na água se banhar.
Com um reflexo se assustou,
viu um cisne a boiar.

Então foi que descobriu
que era bonito e elegante.
Não era mais o patinho feio
do passado bem distante.

(Maria Fernanda – 9 anos)

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12 comentários para “Patinho Feio – Maria Fernanda”

  1. Terezinha disse:

    Maria Fernanda,

    Que lindo!
    Parabéns pelo seu poético final à história do patinho feio.

    Não precisamos da opinião dos outros para vivermos a nossa vida. Melhor mesmo é olhar nossa imagem no espelho de nossos pensamentos e vermos quem realmente somos. E assim sermos felizes com nós mesmos.

    Beijos,
    TT

  2. GUTIERRITOS disse:

    MÁRIA FERNANDA

    Lindo de morrer.

    Tão singelo e tão sublime.

    Temos que nos enxergar, se pudermos e merecermos isto, como o patinho feio se viu no final de sua maravilhosa poesia.

    Você tem talento e muito.

    Parabéns.

  3. Luciano disse:

    Maria Fernanda,

    Sua poesia ficou muito linda!

    Beijos,
    Luciano

  4. Silvia disse:

    Oi, querida,

    A historia é linda e a sua poesia ficou muito boa! As rimas e a sensibilidade! Parabéns, como sempre.
    Beijos,
    Silvia.

  5. regina capanema de almeida disse:

    Querida Maria Fernanda:
    Ando tão ocupada, mas hoje consegui ler todos os seus poemas publicados. Adorei. O sobre cães me lembrou a Birigui…animais são todos bonitinhos, até o patinho que era feio. Vale o olhar…o dele e o nosso!
    Beijos,
    Regina Capanema

  6. Paulo Afonso disse:

    Maria Fernanda,

    Gostei muito da sua história. lembrei de 5 patinhos amarelinhos que comprei. Fiz uma piscininha para eles e soltei no quintal. Em pouco tempo eles cresceram… cresceram… ficaram enormes. Começaram a botar ovos. Ovos lindos, enormes. Pouco tempo depois já tinha 50 patos no quintal. Uma noite acordei com um barulho estranho: todos estavam em fila indiana, mergulhando na piscina (uma piscininha de plástico, de 3 mil litros). Nadavam até o outro lado, saíam, e tornavam a entrar na fila. Alguém acredita? Mas é verdade.

    Escreva sempre.

    Paulo Afonso

    Terezinha respondeu:

    @Paulo Afonso,
    Paulo,

    Está aprovado.
    pode continuar escrevendo histórias para crianças. Agrada até a gente grande.
    TT

    Paulo Afonso respondeu:

    @Terezinha, Será que a Maria Fernanda gostou? Mas é verdade. Eles faziam fila para mergulhar e sair nadando até o outro lado. Eram patos selvagens, enormes, com 2 metros de envergadura de asas. Podiam voar, mas precisavam de muita pista para levantar voo, como se fossem os aviões Jumbo. Mas depois que subiam iam a grandes altitudes e tinham bom planeio. Chegavam a lugares bem distantes.

    Terezinha respondeu:

    @Paulo Afonso,
    Paulo,

    A Maria Fernanda acaba de me ligar. Gostou muito da história que você contou.
    e eu gostei muito do final. Ficou uma história completa. Pode até publicar no blog. Um novo autor de história infantil . Veja como ela ficou depois que amarrei os trechos com meus pontos ( o título fica por sua conta):
    ???________
    Uma vez, comprei 5 patinhos amarelinhos. Arranjei uma piscininha para eles e os soltei no quintal. Em pouco tempo eles cresceram… cresceram… Ficaram enormes, muito maiores do que os patos que vemos nas lagoas. Começaram a botar ovos. Ovos lindos, enormes. Pouco tempo depois já tinha 50 patos no quintal.
    Uma noite, acordei com um barulho estranho: todos estavam em fila indiana, mergulhando na piscina (uma piscininha de plástico, de 3 mil litros). Nadavam até o outro lado, saíam, e tornavam a entrar na fila. Alguém acredita? Mas é verdade.
    Eles faziam fila para mergulhar e sair nadando até o outro lado. Eram patos selvagens, enormes, com 2 metros de envergadura de asas, só quando ficaram muito grandes, descobri. Podiam voar, mas precisavam de muita pista para levantar voo, como se fossem os aviões Jumbo. Mas depois que subiam, iam a grandes altitudes e tinham bom planeio. Chegaram a lugares bem distantes. Acho.

    Ve

  7. Renata e Oswaldo disse:

    Querida Mariquinha,

    Você é tão linda quanto as suas histórias e poesias. Enchem o papai e mamãe de orgulho. Continue escrevendo e tornando o mundo mais bonito.

  8. Rosilaine Rodrigues disse:

    Minha Lindinha,
    adorei sua poesia! Que sensibilidade!!!
    Parabéns, Maria Fernanda! Continue
    assim, escrevendo a cada dia mais e mais.
    Beijos e sucesso!!!

  9. Ana Terra disse:

    Maria Fernanda, Que bonita!!!!! Muito legal sua poesia.

    beijos

    Ana Terra



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