Valei-me a boa inércia
Valei-me quando não for atrapalhar
Valei-me o vento zoando as copas do juá
Valei-me um metro de abraços
Valei-me a ânsia do riso
Valei-me o friso da boca se sujar
Valei-me o tempo de férias
Valei-me o dom das crianças
Valei-me a luz de um avatar
Valei-me a lonjura dos tetos que o Criador mandar
Valei-me a ginga das ondas quando quebram
Porque hão de fazer canções sobre as coisas
Porque hão de aparar a lua bonita
Porque hão de tornar a noite bendita
Então,valei-me Deus pelo que há….












3 de dezembro de 2008 at 20:39
Nina e Vera,
Amém! Bjo. Ana
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4 de dezembro de 2008 at 6:58
Obrigada Ana Lucia pela leitura e carinho conosco!! Amém!
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