Rio Antigo x Rio Moderno

Por Editor, 4 de fevereiro de 2009 17:44

O comentário de Arnaldo Jabor

Transmitido pela Rádio CBN em 2 de fevereiro de 2009.

Como estamos falando do Rio Antigo, vale a pena ouvir a opinião do Jabor.

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15 comentários para “Rio Antigo x Rio Moderno”

  1. Paulo Afonso disse:

    Não foi por acaso que saí do Rio. Grande cineasta e excelente observador, embora nem precisasse desses atributos, Jabor descreveu exatamente a situação atual do Rio.

    “É deprimente. As pessoas vagam pelas ruas, sujas, mal vestidas…”

    GUTIERRITOS respondeu:

    PAULO AFONSO

    Não consegui acessar o comentário de Jabour.

    Mas, lendo o seu, acho, prezado Paulo, que isto não é exclusividade do Rio de Janeiro.

    Infelizmente, sem estender-me ao campo político, esse é o resultado do neoliberalismo, onde a lei do mercado e da ganância tem prioridade sobre os direitos individuais.

    Diminuir o tamanho do Estado nunca foi e nem será a solução de nossos problemas.

    Ele precisa intervir em favor dos menos favorecidos, para o equilíbrio da sociedade, sem no entanto atentar contra a propriedade e o direitos fundamentais de cada um de nós.

    A crise que hoje se o mundo está colhendo é fruto do neoliberalismo, que não deixou o Estado ( os paises ) fiscalizarem e intervirem no sistema financeiro mundial.

    E deu no que deu.

    O Brasil escapou graças ao escândalo do Proer, onde se percebeu que era importante que o sistema financeiro fosse fiscalizado, controlado, evitando-se o crescimento do crédito sem condições de adimplência, principal causa desta crise.

    A crise está apenas nos afetando por tabela, face à globalização..

    O crescimento do crédito elevou, imoderada e fantasiosamente, o preço dos produtos, com base na lei da oferta e da procura.

    Quando a inadimplência chegou, os bancos foram à falência e o crédito praticamente acabou, tendo os governos, como no Proer, auxiliado os bancos, na imprudência que praticaram ( um verdadeiro crime ).

    E aí, com o suporte dos preços elevados, o crédito ficando muito difícil, a procura pela compra diminuiu, a oferta aumentou e estourou a crise, com a derrubada geral de preços e queda na produção em todo o mundo, seguida do desemprego e de grandes sofrimentos pela população.

    Portanto, nem o céu nem o inferno.

    Tanto a livre iniciativa deve ter sua liberdade, mas o Estado tem que estar atuante e atento, controlando-a.

    A miséria é fruto da má distribuição de renda, amenizada atualmente por programas sociais, mas infelizmente ainda tímidos.

    E tudo isto p

    Paulo Afonso respondeu:

    Não entendo por que você não conseguiu ouvir. Testei no Internet Explorer e Firefox e, para mim, funcionou direitinho.

    GUTIERRITOS respondeu:

    PAULO

    Consegui ouvir.

  2. Mário Mendonça disse:

    Caro Paulo

    O Jabor é tão inteligente; pena que esta preso a ” cartéis e corporações elitistas”, que não querem o desenvolvimento de nosso Brasil.

    Pena…….

    Abraços.

    Paulo Afonso respondeu:

    Mário,

    Você fala de elite intelectual, financeira ou política? Se for da elite intelectual, até pode ser. A financeira e política é a que está no poder atualmente.

    Mário Mendonça respondeu:

    Caro Paulo

    Discordo; a elite financeira e política, estão no poder a muito tempo.

    O lula é um lapso, e quem é da elite, ” não aceita bater continência, ainda mais, pra quem veio das bases”

    Abraços

  3. Mário Mendonça disse:

    Caro Paulo

    O que Tu acha de colocar este vídeo abaixo aqui, ?

    http://www.youtube.com/watch?v=Us-TVg40ExM&eurl=http://www.orkut.com.br/FavoriteVideoView.aspx?uid=16276815886393880092&ad=1232600888

    Que contraste.

    Abraço

    Paulo Afonso respondeu:

    Mário,

    Não vou negar a minha ingenuidade política. Muita coisa eu não entendo e, sinceramente, não me esforço para tal.

    Se você explicar aos inocentes (como eu) o sentido do vídeo e traduzir a letra, terei o maior prazer em publicar. Não gostaria de postar apenas o vídeo, que é em inglês, sem uma explicação para os que estão na mesma situação.

    Abraços,

    Paulo

    Mário Mendonça respondeu:

    Caro Paulo

    Jamais tive o intuito de pauta-lo; foi mera sugestão.

    Abraços.

    Paulo Afonso respondeu:

    Mário,

    Mesmo que tivesse, aceitaria de bom grado. Preciso de sugestões e, você sabe, gosto das suas. Mas não quero colocar apenas o vídeo. Não conheço o assunto e gostaria de colocar algo mais, alguma informação, a letra, o que significa, o que há por trás, etc.

    Não me entenda mal. Eu gosto e preciso das suas sugestões. Podemos até ter opiniões diferentes em alguma coisa. mas ainda bem que é assim. A Lu já se acostumou com isso e me pauta constantemente. E eu adoro que o faça. :-)

    Abraços,

    Paulo

  4. GUTIERRITOS disse:

    PAULO

    Depois de ouvir o Jabour, voltei para terminar o meu comentário.

    Acho que ele fez uma crônica quase que perfeita, levantando as administrações pretéritas incompetentes e suas consequências.

    Mas há que se acrescentar alguns outros aspectos, inclusive as questões que levantei, no comentário acima..

    Por sinal, há muito tempo, Jabour falava delas e eu me lembro quantas vezes.

    Não acho que somente os governantes do Rio sejam responsáveis pelos quadrados que Jabour descreve.

    Há muitos outros culpados e que concorreram e ainda o estão.

    Na base de todo esse quadro desastroso está o desequilíbrio social, não só relativamente à distribuição de rendas, mas o acesso à educação, à saúde, à cultura, etc.

    Mas mesmo assim, acho o Rio maravilhoso, não só a sua natureza, mas o seu povo, que com todos esses fatos ainda é alegre e esperançoso.

    Estes problemas, levantados por Jabour, todos são muito parecidos, infelizmente, em nosso país e, como não, em muitos países de nosso planeta.

    Paulo Afonso respondeu:

    Os problemas do Rio não acontecem em outros lugares. Por que? É aí que entra a responsabilidade dos governantes. A descrição feita pelo Jabour é perfeita. A zona norte é um enorme favelão. Infelizmente. Morei muitos anos na zona norte e não era assim. Depois, fui para o Leblon. Quando saí de lá, preferi deixar o Rio.

    GUTIERRITOS respondeu:

    PAULO

    Não conheço muito os problemas daí do Rio, mas você pode verificar que concordei com o que diz o Jabour:

    “Acho que ele fez uma crônica quase que perfeita, levantando as administrações pretéritas incompetentes e suas consequências.”

    Apenas acrescentei o que considero ser uma questão de ordem geral.

  5. Terezinha disse:

    É. e continua lindo!!!!!
    Resta-me dizer que o Rio é que nem colírio. Faz bem aos olhos. E como faz!!!!!!!
    Mas, colírio faz bem somente aos olhos e é coisa que a gente usa de vez em quando.
    Hoje em dia, até o mar da baía _ da Guanabara- é boa pra se ver. Só.
    Pra se viver… sei não.

    TT

    

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