Não procure me entender
Nem me rotule.
Não analise meus atos
Só me aceite, só me ame.
Não procure saber dos meus mistérios
E silêncios.
De meus risos repentinos
De meus desatinos.
Não me veja como santa ou como gênio.
Nem me condene como resto.
Não diga que presto,
Que não presto.
Se você me quer,
Venha comigo.
Aceite minha mão e meu abrigo.
Minha pobre alma ferida…
Meu corpo doente…
Meus mistérios… Meu riso… Meus silêncios…
Mas, sem críticas
E sem perguntas.
Eu sou apenas mulher.
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8 de novembro de 2008 at 13:43
Soninha,
Que texto lindo!!! Amei. Como é verdadeiro! Como seria fácil se se pudesse viver sempre assim. Ser apenas como na verdade se é. Tirar apenas de vez em quando a camisa de força da educação que se recebeu.
Um beijo, querida
Lindo demais
Deia
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8 de novembro de 2008 at 15:00
Sonia,
É isto aí - gostar tem que se sempre apesar de. Beijo, querida. Ana
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8 de novembro de 2008 at 15:17
SÔNIA
Aqui neste blog tenho conhecido textos maravilhosos.
Inclusive, às vezes, como esse que nos trouxe à luz, simples, singelo, mas que revela, sem dizer, o sentimento, como a solidão, de uma forma sublime e inteligente.
Mas, Sônia, não estamos sós.
O solitário se crucifica à toa.
Como a Lu Dias outro dia pregou - carpe diem - vamos viver o dia de hoje, com alegria, com prazer.
Vamos sair para este dia magnífico, o céu azul, borrado de nuvens brancas, como querendo dizer:
Eu sou belo.
A vida é bela.
Temos sempre que ter fé e esperança.
O mundo é cruel, mas também é lindo e bom.
Tudo é próprio da natureza humana.
Parabéns pela arte no apresentar a solidão !
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8 de novembro de 2008 at 22:01
Amei o poema e as palavras do Guti (sempre tão fofo e alegre) e lembrando que “nós mulheres nascemos pra muito mais do que nós mesmas”.
Somos frágeis, somos fortes, somos mães, somos amantes… ás vezes amargas como um fel, outras doce como um mel… mas quase sempre ternas!!
Beijos
[Resposta]