Para os apaixonados…
The Four Aces - Love is a many splendore thing
Matt Monroe - I will wait for you
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We’ll meet again
Don’t know where
Don’t know when
But I know we’ll meet again
Some sunny day
Keep smiling through
Just like you always do
‘Till the blue skies
Drive the dark clouds far away
So, will you please say hello
To the folks that I know
Tell them I won’t be long
They’ll be happy to know
That as you saw me go
I was singing this song
We’ll meet again
Don’t know where
Don’t know when
But I know we’ll meet again
Some sunny day…
Nós nos encontraremos de novo
Não sei onde
Não sei quando
Mas sei que nos encontraremos de novo
Em algum dia ensolarado
Continue sorrindo
Como você sempre fez
Até que os céus azuis
Afastem as nuvens escuras para longe
Então, você dirá alô, por favor
Para as pessoas que conheço
Diga-lhes que eu não gostaria de alongar
Eles serão felizes em saber
Como você me viu partir
Eu estou cantando esta canção
Nós nos encontraremos de novo
Não sei onde
Não sei quando
Mas eu sei que nos encontraremos de novo
Em algum dia ensolarado.
Vera Lynn, ”a namoradinha das Forças Armadas” (britânicas), continua viva, com 91 anos. Na década de 40 projetou-se como estrela de rádio e seu programa enviava mensagens de conforto moral às tropas estacionadas por todo o império britânico. Em 1940, gravou uma canção de Ross Parker-Hughie Charles, We”ll Meet Again, que se transformaria numa espécie de emblema musical dos soldados ingleses, numa réplica involuntária a Lili Marlene.
Em 1994 Vera Lynn, com 77 anos, participou das comemorações do 50° aniversário do Dia D, ocorrido em 6 de junho de 1944.
O ano de 2009 começa com mais uma guerra totalmente absurda (como todas as guerras). Essa música nos permite um instante de reflexão.
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Ne Me Quitte Pas.
Não me Deixes
(Jacques Brel)
Não me deixes,
Não me deixes,
É preciso esquecer,
Tudo se pode esquecer
Que já para trás ficou.
Esquecer o tempo dos mal-entendidos
E o tempo perdido a querer saber como
Esquecer essas horas,
Que de tantos porquês,
Por vezes matavam a última felicidade.
Não me deixes,
Não me deixes,
Não me deixes,
Não me deixes.
Te oferecerei
Pérolas de chuva
Vindas de países
Onde nunca chove;
Escavarei a terra
Até depois da morte,
Para cobrir teu corpo
Com ouro, com luzes.
Criarei um país
Onde o amor será rei,
Onde o amor será lei
E você a rainha.
Não me deixes,
Não me deixes,
Não me deixes,
Não me deixes.
Te Inventarei
Palavras absurdas
Que você compreenderá;
Te falarei
Daqueles amantes
Que viram de novo
Seus corações ateados;
Te contarei
A história daquele rei,
Que morreu por não ter
Podido te conhecer.
Não me deixes,
Não me deixes,
Não me deixes,
Não me deixes.
Quantas vezes não se reacendeu o fogo
Do antigo vulcão
Que julgávamos velho?
Até há quem fale
De terras queimadas
A produzir mais trigo;
Que a melhor primavera
É quando a tarde cai,
Vê como o vermelho e o negro
Se casam
Para que o céu se inflame.
Não me deixes,
Não me deixes,
Não me deixes,
Não me deixes,
Não me deixes.
Não vou chorar mais,
Não vou falar mais,
Escondo-me aqui
Para te ver
Dançar e sorrir,
Para te ouvir
Cantar e rir.
Deixa-me ser a sombra da tua sombra,
A sombra da tua mão,
A sombra do teu cão.
Não me deixes,
Não me deixes,
Não me deixes,
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