Taj Mahal: Uma história de amor – Lu Dias

Por LuDiasBH, 27 de março de 2009 17:58

Taj Mahal

O Taj Mahal é considerado por muitos arquitetos, no mundo inteiro, como uma das mais belas construções de todos os tempos. Situa-se na cidade indiana de Agra, sendo o mais conhecido dos monumentos do país. Foi classificado pela UNESCO como Patrimônio da Humanidade e anunciado como uma das Novas Sete Maravilhas do Mundo Moderno, em 2007.

Três grandes mestres trabalharam em seus desenhos: Ustad Isa (persa), Gieronimo Veroneo (italiano) e Austin de Bordeaux (francês). Não há registro de que, algum mestre indiano, tenha feito parte de sua construção.

Esse monumento nada tem a ver com o hinduísmo. Sua arquitetura é totalmente maometana. De modo que seus funcionários mais especializados (escultores, pedreiros, artesãos, calígrafos) foram trazidos de Bagdá, Constantinopla e outros centros da fé islâmica. Sua construção durou 22 anos, com cerca de 22.000 operários.

O Taj Mahal contém inscrições do Corão e incrustações com pedras semipreciosas. A sua cúpula é costurada com fios de ouro. O edifício é ladeado por duas mesquitas e cercado por quatro minaretes.

O imperador mongol, Shah Jehan, filho de Jehangir, possuía grande paixão pela arte, a ponto de gastar prodigamente com artistas, importando-os de vários lugares, fora da Índia. Também foi responsável por derrubar os palácios cor-de-rosa de Akbar, substituindo-os por uma arquitetura da mais pura sensibilidade e beleza. Shah Jehan foi o responsável pela construção do Taj Mahal.

Embora, na Índia, a fronteira entre a realidade e o mito seja, muitas vezes, imperceptível, de modo que nunca se sabe, onde começa a realidade e termina o mito, esse mausoleu simboliza uma comovente história de amor.

Diz a história indiana, que o Taj Mahal foi construído em memória da mulher, pela qual, um dia, Shah Jehan apaixonara-se: Mumtaz Mahal, “A escolhida do Palácio”.

Ela era apenas uma garota, quando ele caiu de amores por sua beleza, ao vê-la num mercado. Diz a lenda, que ela era tão linda, que parecia uma imagem saída de uma miniatura persa. Depois de cortejá-la por alguns tempo, casou-se com ela e a transformou em imperatriz e em sua conselheira.

Mumtaz Mahal era venerada pelo povo, pois tinha especial carinho pelos pobres. Também era muito amada pelos poetas e artistas, em geral.

Depois de 19 anos de casados, ao dar à luz a seu décimo quarto filho, Mumtaz Mahal morreu de parto, deixando o esposo, inconsolável. Ela estava, na época, com 34 anos.

Embora Shah Jahan tenha tido outras esposas, a sua predileta sempre foi Mumtaz Mahal, sua única e mais preciosa Jóia.

Durante dois anos, o imperador foi tomado pela mais forte tristeza, guardando um luto severo. Não usava jóias nem trajes suntuosos, recusava-se a ouvir música ou a participar de festas. A vida havia perdido o sentido para ele.

Shah Jehan entregou o comando das campanhas militares a seus filhos, dedicando-se inteiramente à construção do Taj Mahal, mausoléu dedicado à esposa morta e construído sobre seu túmulo. O nome é, na verdade, uma abreviação do nome da sua amada: Mumtaz Mahal.

Diz a lenda, que já pressentindo a chegada da morte, ela teria pedido ao imperador que construísse um monumento “à felicidade compartilhada”.

Passado o período crítico de luto, pela morte da esposa, o imperador Shah Jehan tornou-se obcecado pela arquitetura. Compreendeu que os monumentos poderiam sobreviver à fugacidade do tempo, à fragilidade da vida humana.

A parte mais famosa do mausoleu é a tumba de Mumtaz Mahal (Jóia do Palácio) com sua cúpula de mármore branco, mas também inclui mesquitas, torres e outros edifícios.

O imperador mongol deixou, em Delhi, obras fabulosas como a luxuosa sala das Audiências Públicas, com painéis de mosaico florentino em mármore negro, e tetos de ouro e prata; a sala das Audiências Privadas, com tetos de ouro e prata e colunas filigranadas, onde se encontrava o famoso Trono do Pavão, comentado em todo o mundo. Ele, também, foi responsável pela construção de palácios, mesquitas, jardins e mausoléus.

Quando Shah Jahan ficou doente, seu filho Aurangzeb aproveitou de sua fragilidade para encarcerá-lo e ocupar o trono. Deixando-o em cativeiro até sua morte.

Conta a lenda, que ele passou os últimos dias de sua vida, olhando fixamente em um pequeno espelho o reflexo do Taj Mahal, e morreu com o espelho agarrado em sua mão.

Hoje, os restos dos corpos de Shah Jehan e Mumtaz Mahal estão juntos, dentro de uma cripta, debaixo de uma cúpula branca, dentro do Taj Mahal.

Esse mausoleu ao mesmo tempo, em que mostra a suntuosidade do amor, também deixa claro a insignificância e a brevidade da vida humana, diante de tudo que a rodeia.

O poeta indiano Rabindranath Tagore assim descreve o Taj Mahal :
“É uma lágrima no rosto da eternidade!”

Nota: dedico este texto aos leitores de MAPUTO (África do Sul). Obrigada, amigos!

Namastê!

 

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40 comentários para “Taj Mahal: Uma história de amor – Lu Dias”

  1. Edgard Santos disse:

    Oi! Lu,

    O comentário que faço aqui é sobre o seu texto que fala dos Dailits. É porque não consegui acessar por lá.

    Estou surpreso como você conhece sobre a India; é uma ótima pesquisadora. Adorei o artigo. Depois ainda falam sobre o Apartheid na África do Sul que não é nada comparado ao que li aqui. Beijos,

    Edgard Santos

  2. lu dias bh disse:

    Edgar

    Tenho feito profundas pesquisas sobre a Índia.
    Comecei com um texto simples sobre uns temas que gostaria de ver na novela.
    Depois fiz O QUE É UM DALIT? que caiu no gosto popular, já na casa dos quase 10.000 acessos.
    E assim fui deixando me levar.
    Hoje, não consigo deixar o país.
    Há muitos leitores que me escrevem pedindo-me esse ou aquele assunto.

    Conversei com um indiano, radicado em Beagá, que me disse que sei mais sobre a Índia do que ele… risos.

    Espero que, devagarzinho, você leia o resto.
    É muito interessante.
    Obrigada pelo carinho da visita.
    Beijos,

    lu

  3. Paulo Afonso disse:

    Lu,

    Se o Taj Mahal tivesse sido construído no Brasil possivelmente já teria sido demolido, como foram o Monroe e o Mourisco, no Rio.

  4. lu dias bh disse:

    Paulo

    Quando os mongois invadiram a Índia, eles fizeram uma destruição geral.
    Derrubaram muitas coisas para colocar outras no lugar.
    Isso acontece com os conquistadores e os fanáticos.

    E com os povos sem passado, como o nosso.
    Aqui, destruíram os nossos cinemas.
    A maioria virou Igreja Evangélica.

    Namastê!

    Paulo Afonso respondeu:

    @lu dias bh,

    Namastê. Os Dalits vão chegar a 10 mil visitas neste fim de semana. Parabéns pelo recorde e pelos 33 textos sobre o tema.

    Paulo

    lu dias bh respondeu:

    Paulo,

    são 38 textos sobre a Índia, incluindo os que não foram postados na listabbem.
    Já passamos da casa dos 40.000 acessos.
    E olhe que a minha meta era 10.000.

    Fico feliz por todos nós.
    E pelo http://www.almacarioca.net

    Abraços,

    lu

  5. Hila Flávia disse:

    Beleza de monumento e de texto, Lu. Meu cadernão está lindo. Quando tiver pronto vou lhe mandar um retrato dele. Bjs

    lu dias bh respondeu:

    @Hila Flávia,

    Rapunzel,

    eu vou querer de verdade… risos.
    Que tal a gente fazer um passeio até o Taj Mahal, após o curso?
    Maravilha!

    Beijos!

    lu

  6. luzete disse:

    Oi Lu, então hoje totalizarão 40.001 acessos, amiga.
    fico feliz por você. pelo site.
    quanto mais sites alternativos, melhor.
    ainda bem que aquele casamento não deu certo. tivesse dado, não teríamos esta beleza toda.
    beijão, luzete

    lu dias bh respondeu:

    @luzete,

    Madrinha Luz

    Você nem imagina como fico feliz ao constatar a sua presença aqui.
    Também acho que as mudanças virão com os sites alternativos.
    Venha sempre aqui nos visitar.

    Grande beijo,

    lu

  7. GUTIERRITOS disse:

    MAMADI MALU DIAS

    Culpa do Messias e da Sissi, não reclame, pois.

    Estou tirando todas as cópias dos textos sobre a ìndia que você compôs, um melhor do que o outro. Não sei não, se a Globo descobri, talvez o Paulo tenha que amargar a perda de uma de suas melhores colaboradores e escritoras.

    Deste jeito você se transformou na embaixadora Taj Mahal no Brasil: explico: tem o mesmo esplendor da edificação, uma das maravilhas do mundo.

    Gostou ?

    Agora fiquei triste com a história de Mumtaz Mahal, que morreu de parto, ainda muito jovem.

    Puxa, Lu, bem que você poderia tê-la ajudado, no parto.

    Também depois de tantos filhos, coitadinha.

    E ainda o miserável do marido ficou desesperado e triste, mas não teve dó em deixar sua mulher tantas e tantas vezes grávidas.

    Esse cara deveria ter pacto com o demônio.

    Vai ver que queria só solfejar, dia e noite.

    Parabéns, mais uma vez e
    Bonsoir.

    Sandra Bose respondeu:

    @GUTIERRITOS,

    Gutie,

    realmente, como homem, foi uma judiação deixar a mulher chegar aos 34 anos com 14 filhos.
    Não há organismo que suporte.

    Sem falar na outra quantidade de filhos que ele gerou com as outras mulheres do harém.

    Estou lendo PAIXÃO ÍNDIA (Javier Moro/ Editora Planeta) e horrorizada com a gastança dos marajás e imperadores na Índia.
    E o pior, em obras desnecessárias ou no exterior.
    Eles gostavam mesmo era da Europa.
    E a paixão maior era casar com uma mulher culta europeia.

    As suas, nem mesmo ler sabiam.

    Esse dinheiro gasto no Taj Mahal, para fazer dele um mausoleu, poderia ter sido gasto em um hospital.

    Ainda bem que hoje é símbolo de turismo.

    Gutie, eles vão me querer ver, bem…. longe, pois ando a desmistificar a Índia.

    Se o dito cujo tivesse construído um hospital, a mulher poderia ter tido o filho lá e sobrevivido.

    Mas não sabemos até que ponto existe a lenda e a realidade.

    Obrigada pelo carinho,

    lu dias

    lu dias bh respondeu:

    Gutie

    Onde está Sandra Bose, leia Lu Dias.
    Repassei o e-mail dela para o blog, mas esqueci-me de tirar o nome.
    Veja as fontes que ela nos enviou, para enriquecer o tema.

    Beijos,

    lu

  8. Terezinha disse:

    Taj mahal,

    … uma lágrima no rosto da eternidade…
    a lembrança de uma história de amor , um palácio erguido às custas de muitas dores!

    Beijos,
    TT

    lu dias bh respondeu:

    @Terezinha,

    TT

    Por incrível que pareça, o meu marido tem o mesmo pensamento seu.
    Ele questionou o número de operários que ali morreram, os sofrimentos passados, deixando seu país, pois os mais talentosos eram de fora.

    O Taj Mahal não passou de um capricho de grandeza.

    Enquanto isso, a maior parte da população indiana morria de desnutrição, malária, febres dos mais diversos tipos, picadas de cobra, etc.

    Complemente com o caso das mãos…
    Estou impressionada!

    Beijos,

    lu

  9. Jovimari disse:

    Parabéns!!!! Lu, maravilhosa… e assim vamos apredendo…

    E quanto amor demonstrado em riquezas… mas que tinham mania de grandeza, isso tinham… mesmo demorando 22 anos para ficar pronto e ter a desilusão de ver o filho o traindo e o deixando num cativeiro… que triste!

    Beijo!

    lu dias bh respondeu:

    @Jovimari,

    Jovi,

    o efeito de nossas ações vem sempre a cavalo.
    Imagine o sofrimento de tanta gente para construir um capricho de um homem, apaixonado, mas que mantinha um harém de mulheres e concubinas.

    Era ostentação pura.
    Espírito de grandeza.
    Veja o que respondi anteriormente.

    Abraços,

    lu

  10. Terezinha disse:

    Lu, Uma vez que lembrei no comentário que fiz a este texto (ma-ra-vi-lho-so!), que o Taj Mahal foi erguido à custa de muitas dores, vou repetir aqui um trecho daquele artigo que escrevi sobre Tagore- minha paixão à segunda vista:

    [...]
    Entretanto, há pessoas que insinuam que Tagore, ao fazer esse poema, teria se desviado dos seus princípios éticos, uma vez que existe uma versão da história do Taj Mahal que diz que Shah Jahan, o príncipe que mandou construí-lo em homenagem a sua amada esposa falecida, precisou de uma frota de mil elefantes e de cerca vinte e dois mil operários para construir o mausoléu em homenagem a sua esposa preferida. Materiais de muito valor como granito vermelho, mármore branco, jade, cristais, turquesa, lápis-lazúli, safira, diamantes e muitas outras riquezas foram importados de lugares distantes para embelezarem a construção. Ao ver o palácio pronto, Shah Jahan teria ficado extasiado diante de tanta maravilha e logo decidira que a obra não podia ser copiada em lugar nenhum. Ele não queria, de maneira alguma, que alguém reproduzisse a beleza e a imponência do Taj Mahal. Por esse motivo, ele mandou cortar todos os dedos das mãos de todos os operários que trabalharam na construção da obra. Um príncipe muito amoroso e muito cruel ao mesmo tempo, não é mesmo? [...]

    Fico pensando: quem faz pensar em tanto amor pode ser tão cruel?

    Ao mesmo tempo imagino: como tais histórias, antes de chegarem ao papel, foram passadas boca-a-boca, não teriam chegadas fragmentadas, e ao mesmo tempo cheia de remendos?

    Beijos,
    TT

    lu dias bh respondeu:

    @Terezinha,

    TT

    Estou impressionada com tal informação.
    E pela postura de grandeza do dito mongol, parece bem provável de ser real.
    Ao ver a obra pronta, ele deve ter perdido o juízo.
    Enlouqueceu com a sua majestade.
    Quantos operários não poderiam ter sido enterrados ali, no mesmo mausoleiu.

    Obrigada por esse rico anexo ao texto.

    Veja as informações passadas pela Sandra Bose.

    Beijos,

    lu

  11. Hila Flávia disse:

    Esta história da mulher morrer de parto, depois de tantos filhos, me fez lembrar um caso da mulher do Coronel que, após 16 partos seguidinhos, escadinha mesmo, foi alertada pelo médico de que poderia não aguentar o próximo. Então o marido mudou de quarto e deixou a esposa em paz. Passado o resguardo, ele ouviu uma batida em seu quarto e a voz lamuriosa da mulher: – Coronel, eu quero morrer! Coronel, eu quero morrer! Cê vê, né?

    lu dias bh respondeu:

    @Hila Flávia,

    Rapuzel,
    e que morte morrida danada de boa.

    Naquela época, como acontece hoje, em muitos países africanos, a masculinindade do homem era medida pelo número de filhos.
    Pouco importava se o útero estivesse pedindo socorro.

    E a escrava submissa, ignorante só fazia parir… parir…e parir.

    Era só o “abre as pernas coração”!

    Beijos,

    lu

  12. Sandra Bose disse:

    Lu

    Minha colaboracao para o tema de hoje:

    http://indiagestao.blogspot.com/2008/07/taj-mahal.html

    http://indiagestao.blogspot.com/2009/02/taj-mahal-fica-no-rio-de-janeiro.html

    http://indiagestao.blogspot.com/2007/06/taj-mahal-amarelou.html

    http://indiagestao.blogspot.com/2007/06/brasileiro-enlouquece-no-taj-mahal.html

    Profª Sandra Bose
    http://www.indiagestao.blogspot.com

    Paz e Luz no seu caminho.

    lu dias bh respondeu:

    @Sandra Bose,

    Amiga,
    obrigada por seu carinho, por sempre estar enriquecendo os meus textos.
    Que bom ter uma consultora na Índia… risos.

    Grande beijo,

    lu

  13. Kátia disse:

    Ola Lu, belissimo texto, ja tinha lido algo sobre o taj Mahal, mas nunca assim tao elucidativo qto o seu texto. Parabens. Bjs

    lu dias bh respondeu:

    @Kátia,

    Katia

    Obrigada pelo carinho da presença.
    O próximo artigo será aquele que me sugeriu.
    Será muito interessante.

    Beijos,

    lu

  14. Kátia disse:

    Bem pelos vistos ja li seu texto 1.000 vezes..kkkk
    Quero acrescentar um comentario, a megalomania do referido imperador em construir este palacio enqto muitos morriam (e ainda morrem) de fome na India, nao difere mto do q acontece no Brasil. Guardada as devidas proporçoes o povo morre de fome qnto madames vao ao Sh. Iguatemi serem atendidas numa loja com sala privativa para elas escolherem os sapatinhos de uma famosa grife famosa. Enqto isso o povo nao tem hospital, escola, e nem o q comer. É o Brasil!!!! Bjs

    lu dias bh respondeu:

    @Kátia,

    Katia

    É incrível como os seres humanos carregam a mesma história.
    Às vezes chego a pensar que o Karma possa existir… risos.
    Mas a história da humanidade é tão igual.
    Penso que já está na hora de começar uma nova era, com um novo povo.
    Nós, não temos mais jeito.

    Que bom ser lida por você, pelo menos 5 x em cada texto.
    Fico muito feliz!
    O blog só tem a ganhar com a sua presença.

    Beijos,

    lu

  15. Cristine disse:

    Oi Lu!

    Maravilha de texto! O Taj Mahal é lindíssimo… como obra de arquitetura e pelo capricho dos artesãos, mas um desperdício imenso.

    Desperdício de dinheiro, de materiais, das vidas dos operários e tudo isso depois do desperdício da vida da esposa querida. Concordo com seu comentário, melhor seria ter construído um hospital (aliás, com todo esse dinheiro, vários…).

    Revoltante também o fato de terem cortado os dedos das mãos dos operários; além de ostentação e vaidade, a crueldade. Bom, mas essa história não começou aí; os faraós faziam a mesma coisa com as maravilhosas pirâmides…

    Ah, só queria dizer que li sim o artigo sobre os brâmanes; aliás, li todos os artigos sobre a Índia; Mais uma vez, parabéns!

    Grande abraço,

    Cristine

    lu dias bh respondeu:

    @Cristine,

    Cris

    Você nem imagina a alegria que me traz, deparar com um dos seus comentários.
    São sempre muito enriquecedores.

    Às vezes fico pensando, se já não estou sendo chata escrevendo sobre um mesmo tema.
    E se já não é hora de parar.

    Mas quando chega um comentário como o seu, volta o desejo de continuar escrevendo.
    Sem falar na receptividade que tenho entre os leitores.
    E tenho aprendido tanto, nessas pesquisas.

    Cris, é impressionante como o espírito de grandeza envolvia aquela gente.
    Estou lendo um livro, PAIXÃO ÍNDIA, sobre o qual quero falar depois, que tem me deixado embabascada com os gastos dos marajás.

    Sempre que postar um comentário, deixe junto o endereço de seu blog.
    Não se esqueça.

    Obrigada pelo carinho e pela interatividade.

    A Sandra tem sido tão legal, quanto você.

    Para pessoas assim, como vocês duas, eu tenho um nome:
    GENEROSAS!

    Grande beijo,

    lu

  16. Cristine disse:

    Obrigada, Lu!

    Você e a Sandra têm sido duas fontes de informações preciosas sobre a Índia, e são duas pessoas muito simpáticas e generosas! Não pare não, seus artigos estão ótimos!

    Tenho traduzido muitos textos turísticos sobre a Índia, e as informações são sempre bonitas e interessantes: muitos templos, tradições, belas paisagens, parques, festivais. Nos seus sites (Alma Carioca e Indi(a)gestão) é que vemos o outro lado da moeda. A Índia tem templos belíssimos, mas também tem muitos problemas (como aliás, todos os países).

    Estou esperando ansiosa pelos novos artigos sobre a gastança dos marajás; vai ser interessante! ;-)

    Seguindo sua orientação, aqui vai o endereço do Rato de Bilbioteca, estão todos convidados a visitá-lo:

    http://www.terracotabolsas.com/rato

    Beijos,

    Cris

    lu dias bh respondeu:

    @Cristine,

    Cris,

    amanhã tenho uma surpresa para você.
    Não deixe de ler o blog.

    Beijos,

    lu

  17. Ana Lucia Timotheo da Costa disse:

    Lu, ‘mestra indiana’
    Namastê! Estou adorando sua aulas. Realmente uma judiação a morte precoce de Mahal. Beijo grande. Ana

    lu dias bh respondeu:

    @Ana Lucia Timotheo da Costa,

    Aninha,
    já estou até usando sari, para ficar de acordo com as aulas.
    Vamos ficar Ph.D. no assunto.

    Abraços!

    lu

  18. Sandra Bose disse:

    Quero que fique bem clara a diferenca entre a hisotira oficial e a historia verdadeira.
    Na historia oficial Shah Jahan comecou a transar com a Mamutaz quando esta tinha 19 anos de idade. Na historia verdadeira ela tinha 13. ele a matou de tanto parir filhos. ISTO EH AMOR???????!!!!!!!!!
    O Taj Mahal levou 22 anos para ser construido, durante este tempo onde ficou sepultado o corpo da parideira??????????????
    Esta na hora de se parar de uma vez por todas de chamar o Taj Mahal de “templo do amor” pois a verdade eh que eh um mausoleu do horror!!!!
    NAO eh um templo, eh somente uma grande tumba com 2 defuntos dentro!!
    De amor nao tem NADA, pois quem ama nao transa com uma garotinha de 13 anos de idade (PEDOFILIA) e nao a mata de tanto parir filhos!!!
    VAMOS ACORDAR E PARAR DE ROMANTICISMO BARATO!!!!!!!!
    Sandra Bose

    Terezinha respondeu:

    @Sandra Bose,

    quando ouço uma história contada por um guia turístico, ao chegar em casa, pesquiso. Quero sempre saber sobre a versão não oficial do que me foi contado.
    Com o Taj Mahal foi assim. Não sei há quantos anos, pode ser há uns 18, uma amiga foi à India. Ao chegar, contou-me muito do que viu sobre o Ganges, Agra, Taj Mahal, etc. Como da Índia eu só sabia da pobreza e também de Tagore- pra mim o grande tesouro indiano, interessei-me pelo que ela havia me contado. Mas, naquele tempo, ainda não tínhamos internet por aqui. Através de livros que ela havia comprado, soube algumas coisas, porém, da história oficial. Tive até vontade de ir até lá.
    De 2000 para cá, às vezes pesquiso sobre a Índia. Digo que quase nada sei e nem vou saber, tão vastá a quantidade de informações.

    Não votei na Taj Mahal para maravilha do mundo, pois já havia lido a respeito da cueldade do “seu construtor”, que quis dizer que havia construído com o sangue escrevo, uma obra de arte. Agora, com os textos da Lu, pesquisei mais um pouco. E como são tantas as versões para os fatos, hem? São histórias que deveriam começar com “era uma vez…”
    Beijos e parabéns pelo seu trabalho,

    TT

    lu dias bh respondeu:

    @Sandra Bose,

    Sandra

    Obrigada por seu carinho em sempre nos mostrar o que há de verdade no fundo da história.
    E ninguém melhor que você, para retirar o véu de tanta crendice.

    Como disse a Hila, não encontramos nada que nos dê uma versão oficial sobre o Taj Mahal.

    Portanto, fico com a sua palavra.
    Acho que a lenda sobre a “história de amor” deva ter sido construída pelas empresas de turismo indianas.

    Obrigada pela sua rica participação.

    Beijos,

    lu

  19. Ana Lucia Timotheo da Costa disse:

    Lu,
    Estou só esperando você e Hila de ‘sari’. Vai ser uma delícia! Beijo, querida. Ana

    lu dias bh respondeu:

    @Ana Lucia Timotheo da Costa,

    Aninha, como sou magrela, vou precisar apenas de 3 metros de tecido.
    Vou escolher um verde bordado em ouro e um azul bordado em prata.
    Acho que vai ficar bem barato.

    Beijos,

    lu

  20. Ana Lucia Timotheo da Costa disse:

    Lu,
    AH… esqueci de dizer – as pulseiras deixem por minha conta rsrsrsr. Outro beijo. Ana

    lu dias bh respondeu:

    @Ana Lucia Timotheo da Costa,

    Aninha

    Promessa é dívida.
    As minhas devem ser menores, não se esqueça.
    Quero de todas as cores.

    Beijos,

    lu

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